As Palavras do Senhor

Como O Cristianismo Se Tornou Religião Oficial Do Império Romano?

A queda do Império Romano foi causada por uma série de problemas internos que fragilizaram o Império e o colocaram à disposição de invasões de outros povos. Apesar de ser uma obviedade, todo Império começa a decair após alcançar o seu apogeu, e com Roma não foi diferente.
Evolução territorial do Império Romano
1 O declínio econômico
2 O declínio cultural
3 O exército
4 O cristianismo
5 O conceito de decadência
6 O fim
7 Referências
8 Bibliografia
9 Ver também O declínio econômico
Durante o seu auge nos séculos I e II, o sistema econômico do Império Romano era o mais avançado que já havia existido e que viria a existir até a Revolução Industrial. Mas o seu gradual declínio, durante os séculos III, IV e V, contribuiu enormemente para a queda do império.
A massiva inflação promovida pelos imperadores durante a crise do terceiro século destruiu a moeda corrente, anulando a prática do cálculo econômico a longo prazo e conseqüentemente a acumulação de capital, que somada ao controle estatal da maioria dos preços teve efeitos desastrosos. Então, Roma começou a ter uma queda pelas demais expansões. A falta de condições financeiras e a falta de escravos para uso de mão-de-obra em todo o império geraram tais quedas.
Essas medidas tiveram consequências desastrosas. Já que, com quase todos preços artificialmente baixos, a lucratividade de qualquer empreendimento comercial foi anulada, resultando num colapso completo da produção e do comércio em larga escala e da relativa e complexa divisão do trabalho que existia durante a Pax Romana.
O Império Romano em sua máxima extensão (governo de Trajano 98-117 d.C.)A população das cidades caiu por todo império devido ao colapso comercial e industrial. Enquanto o número de cidadãos (homens adultos e livres) durante o Principado em Roma era de 320 mil, em Constantinopla no século V haviam apenas oitenta mil cidadãos (25% do número de cidadãos em Roma). Considerando que em Constantinopla existia um número menor de escravos, isso poderia resultar em uma população total cinco vezes menor. Os trabalhadores desempregados se fixaram no campo e tentaram produzir eles mesmos os bens que queriam, desmonetizando a economia e acabando com a divisão de trabalho, ocorrendo uma drástica redução da produtividade da economia.
Esses fenómenos resultaram na criação do primitivo sistema feudal baseado na auto-suficiência de pequenos territórios economicamente independentes.
Com seu sistema económico destruído, a produção de armas e a manutenção de uma força militar defensiva se tornaram infinanciáveis, o que facilitou enormemente as invasões dos bárbaros.
O declínio cultural
Outra vertente que contribuiu para a sua queda foi a diversificação cultural que Roma se tornou após o contato com as colônias e com a naturalização dos Bárbaros, fato que possibilitou à população insatisfeita duvidar da influência dos deuses nas decisões políticas, explicação que legitimava o poder do imperador.
O exército descobriu sua importância no sistema romano e passou a exigir status e melhores remunerações, exigências que o Império não tinha condições de corresponder. Razões tais nos levam a concluir que a queda do império foi ocasionada por fatores internos do próprio Império. É lógico que após a consumação do fato fica fácil analisar o problema, pois estamos fazendo o estudo retrospectivo, e na época do Império, apesar desses problemas terem sido alertados por alguns Senadores, não se podia prever com situações hipotéticas o que poderia acontecer, até porque quando esses problemas começaram a aparecer o Império estava em sua melhor fase.
O exército
Em última análise, Roma conquistou o seu império graças às forças das suas legiões. E os seus exércitos no baixo-império eram muito diferentes do que tinham sido na época da República e do alto império. Eram tropas inferiores sob todos os aspectos.
Para recrutar soldados recorria-se a vários métodos em simultâneo: voluntários, recrutamento por conscrição (e aí a influência dos grandes proprietários era determinante, pois não queriam perder os seus melhores homens e falseavam o sistema), hereditariedade, ou então rusga pura e simples até se preencher as necessidades. De fato, ao contrário do que se disse por muito tempo, o exército romano continuou a ser constituído por gente de dentro do império com excepção de algumas unidades: a barbarização dos quadros no Ocidente só se deu em meados do século V e mesmo assim a defesa local ficou sempre a cargo dos romanos, mantendo-se algumas unidades romanas ofensivas.
Quanto ao valor do soldado romano, poderia ter perdido algumas das suas qualidades, mas a realidade é que a guerra se modificou: raramente se travavam grandes batalhas entre exércitos regulares o que era muito caro para as frágeis estruturas financeiras do império tardio, mas sim emboscadas e guerrilha que exigia sobretudo flexibilidade e improvisação e menos automatismo nas formações.
Outro elemento a considerar é que

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Comments to Como O Cristianismo Se Tornou Religião Oficial Do Império Romano?

  • Três séculos depois da morte de Cristo, Roma se viu encurralada entre uma batalha entre os cristãos e os pagãos, só que o cristianismo estava crescendo e, por isso, Constantino, um dos Imperadores, determinou que o cristianismo seria a religião do Império. Ele fez isso somente para evitar um conflito entre as dois lados, sabendo que o cristianismo venceria!!!!!

    Rosetta 29 Agosto, 2009 2:28
  • Para conseguir a maioria no poder o Império romano se uniu com a oposição e os cristãos já que havia muita gente que tinha essa crença. Constantino para legitimar o poder resolver oficializar o Cristianismo no Império Romano depois de 300 anos da era chamada crista, ou 300 dc. Sendo que mesmo com essa marca de data não há provas científicas que houve uma pessoa chamada Jesus de Nazaré ou Cristo. Até hoje temos a influencia do Império Romano no Cristianismo pois em Roma, temos o Vaticano e o Papa que representa o Cristianismo do antigo Império Romano. Os protestantes são apenas dissidentes desta religião oficial.

    Dany 29 Agosto, 2009 2:28
  • 1- PEDRO NUNCA ESTEVE EM ROMA
    2- INVENTARAM QUE JESUS EXISTE
    3- O PAPA E A CONTINUACAO DO IMPERADOR.
    4- INRI CRISTO O LOUCO ESTA ENTRE NOS
    5- PADRES PEDOFILOS
    6- PASTORES GANANCIOSOS POR DINHEIRO
    7- FIEIS CATOLICOS OU EVANGELICOS = TROUXAS
    8- FUIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII…
    Sensacional, ainda existe vida inteligente no planeta.
    Resumiu em poucas linhas, tudo.

    TIAGO 29 Agosto, 2009 2:28
  • 1- PEDRO NUNCA ESTEVE EM ROMA
    2- INVENTARAM QUE JESUS EXISTE
    3- O PAPA E A CONTINUACAO DO IMPERADOR.
    4- INRI CRISTO O LOUCO ESTA ENTRE NOS
    5- PADRES PEDOFILOS
    6- PASTORES GANANCIOSOS POR DINHEIRO
    7- FIEIS CATOLICOS OU EVANGELICOS = TROUXAS
    8- FUIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII

    Sem coração mas com cérebro 29 Agosto, 2009 2:28
  • marcosco 29 Agosto, 2009 2:28
  • Uma manobra politica espertissima do Imperador Constantino.
    E fez um acordo com as diversas seitas cristãs da época.
    Ofereceu a irrecusável proteção de Roma a quem se unisse a nova Igreja Universal (católica) que ele estava fundando.

    Carlos M 29 Agosto, 2009 2:28
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