As Palavras do Senhor

Evangelicos Ainda Teem Coragem De Dizer Que A Cabala Não Esta Presente Na Biblia?

veja quantos 40 ….coincidencia ou cabalismo?
40 dias e quarenta noites do dilúvio (Gn 7,4.12);
40 dias e 40 noites passa Moisés no Monte (Ex 24,18; 34,26; Dt 9,9-11; 10,10);
40 anos foi o tempo da peregrinação pelo deserto (Nm 14,33; 32,13; Dt 8,2; 29,4, etc.); Jesus jejuou 40 dias antes de começar o seu ministério (Mt 4,2; Mc 1,12; Lc 4,2);
a Ascensão de Jesus acontece 40 dias depois da Ressurreição (Act 1,3).
Quando alguém errava, era corrigido com 40 chicotadas (Dt 25,3) e Paulo também recebeu cinco vezes as 40 chicotadas menos uma (2Cor 11,24).

COMENTÁRIOS FACEBOOK

Comments to Evangelicos Ainda Teem Coragem De Dizer Que A Cabala Não Esta Presente Na Biblia?

  • Meu amigo não entendi o que esse nº 40 tem a ver com a cabala. Se vc não percebeu o nº 40 fala da provação do homem. Todas as vezes que vc vê escrito esse nº, é pq houve um período de provas. Não sei se vc reparou, mas todos os textos que vc citou ai em cima, mostra momentos de provação…

    Gabriel 29 Maio, 2009 5:27
  • Oi…
    Obrigada por me desbloquear!
    Isso não tem nada a ver com cabala!
    40 è um numero com 38, 76, 54 e etc.
    So pq ele aparece varias vezes na biblia??
    =)

    Ion Foot Spa 29 Maio, 2009 5:27
  • é você é esperto mesmo!

    makoto 29 Maio, 2009 5:27
  • Sinceramente não tenho uma opinião formada a respeito, afial não sei muito sobre a cabala!

    Betinha 29 Maio, 2009 5:27
  • Primeiro explica pra mim o que é cabala? Nunca tinha ouvido esse nome.

    Carmesim 29 Maio, 2009 5:27
  • Legal, nunca havia atentado para o fato.

    Eolo 29 Maio, 2009 5:27
  • Sei lá, o que é cabala? Tipo: vem CÁ, BALA?

    Rhuan D. 29 Maio, 2009 5:27
  • JESUS CRISTO fala da Cabala dos fariseus.
    Veja o texto abaixo, trata exatamente disso:
    BÍBLIA E TRADIÇÃOhttp://www.montfort.org.br/index.php?sec…
    PERGUNTA
    Antes de tudo, eu sei que dificilmente o sr. irá sequer responder à essa mensagem, quanto mais publicá-la, mas vamos lá.
    O sr. tem defendido com unhas e dentes que a tradição é fonte de revelação divina. Sendo assim porque Jesus teria dito o que Ele disse abaixo, em Mateus 15. Será que naquele seu estudo “Leia a Bíblia” não podemos identificar esses “fariseus e escribas” de quem o Senhor Jesus falou?
    Veja bem o que Ele, o Rei dos Reis e Senhor dos Senhores perguntou: “E vós, por que transgredis o mandamento de Deus por causa da vossa tradição?”. Será que poderia então uma tradição ter maior validade do que a Palavra?”
    RESPOSTA
    Antes de tudo, saiba que não temos medo algum de publicar suas objeções e argumentos. Você pensa que eles nos assustariam, porque os considera irrefutáveis. Quanta ilusão! E que confusão você faz!
    A começar pela palavra tradição. Tradição pode ter vários sentidos. Entre o que ensinou Jesus no Evangelho e o que ensinou São Paulo em suas Epístolas não pode haver contradição. Cristo condenou a tradição dos fariseus, com as palavras que você cita. É bem verdade. Mas é verdade também que São Paulo mandou “Guardai as tradições que aprendestes, ou por nossas palavras, ou por nossa carta” (II Thess. II, 14).
    Portanto, havia uma tradição boa que não era a que Cristo condenara. Então, meu caro, onde fica sua condenação de toda tradição? Você só poderá condenar a Tradição se condenar o que escreveu São Paulo na Bíblia!!! Na Bíblia, que você diz respeitar, mas que todo protestante desrespeita, pois que só aceita alguns versículos dela, e recusa outros que não lhes convêm. Diga-me, ó valente e anti tradicional protestante, qual é a tradição que São Paulo recomenda guardar e que você guarda?
    Ou você não guarda nenhuma tradição? Então como é que você diz que aceita só a Bíblia, quando você não faz o que a Escritura manda, na II Epístola aos Tessalonicenses? A tradição que Cristo condena nos fariseus não era a Tradição verdadeira, e sim uma falsa tradição. Cristo não poderia ter condenado a tradição verdadeira, porque, senão, a própria Bíblia estaria condenada. Pois como se conheciam quais eram os livros revelados por Deus, e que, pouco a pouco, no decorrer dos séculos, constituiram a Escritura Sagrada, senão pela tradição? A tradição que Cristo condenou foi outra.
    Cristo condenou a tradição farisaica, elaborada secretamente (como mostra o capítulo VIII de Ezequiel), e que afirmava que os Mandamentos deveriam ser invertidos. Por isto Jesus disse no sermão da Montanha: “Não julgueis que Eu vim abolir a Lei” (Mt, V, 17). E, logo depois, Cristo condenou os que “ensinavam” a violar os mandamentos (Cfr. Mt V, 19). Pois então já havia entre os fariseus do tempo de Cristo quem esperava que o Messias iria abolir a Lei, e que era lícito violar os mandamentos, coisa que será ensinada explicitamente pela Cabala, no futuro. É a esta tradição gnóstica dos fariseus que se referem as palavras de Cristo que você cita.
    De fato, essa tradição farisaica — tradição falsa — é que vai culminar na elaboração da Cabala, palavra que significa exatamente tradição, e que afirmaria a santidade do pecado. Conforme a Cabala, o mal teria origem na própria divindade oculta. Dizia ainda essa falsa tradição que o criador do mundo — que na Escritura aparece com o nome de Yahwé — seria o deus do mal. Este deus mau é que teria dado a Lei a Moisés.
    Este ensinamento cabalístico e gnóstico é que transpareceu no pensamento de Lutero, quando o fundador do Protestantismo escreveu: “Moisés é um homem péssimo, servo do Deus do mal”. (Lutero Tischredden — “Conversas à Mesa” , n* apud Franz Funck Brentano, Martinho Lutero, ed. p. ) Ou ainda: “Todos os mandamentos devem ser abolidos. São mandamentos de Satanás” (Lutero Tischredden, — Conversas à Mesa, apud F. F. Brentano, op cit. p. ).
    Se você quiser mais algumas afirmações de Lutero contra toda a moral, veja mais estas:
    “A lei não pode dar senão a morte. Ela não é boa nem útil, mas simplesmente nociva. No seu fundo, ela não é senão morte e veneno” (Dictionnaire de Théologie Catholique, “Luther”, p. 1242).
    “Quanto a Moisés, tende-o por suspeito, como o pior dos heréticos, um homem excomungado e danado, que é pior ainda que o próprio diabo; é o inimigo do Senhor Jesus Cristo” (Rohrbacher, Histoire Universelle de l”Église Catholique, tome XII, 4eme ed, Gaume Freres et J. Duprey Ed., Paris, 1866, pag. 147).
    “Não aceitamos Moisés, ele só é bom para os judeus; não nos foi enviado por Deus” (Propos de Table no. 356, Funk Brentano, Lutero, pág. 190).
    “Se te falam de Moisés para te constranger a aceitar-lhe os mandamentos, responde-lhes atrevidamente: Vai falar de teu Moisés aos judeus! Não sou judeu, deixe-me em paz!” (F.Brentano, pág. 190).
    Daí Lutero recomendar o pecado em seu princípio fundamental: “Crê firmemente, e peca muitas vezes”. Quando se nega a Tradição Apostólica — ordenada por São Paulo — se acaba caindo na tradição gnóstica e farisaica. É o que se conclui de suas objeções. A Tradição e a Sagrada Escritura são as duas fontes da Revelação cuja guarda Jesus Cristo confiou à Igreja, e deu somente a Pedro e aos seus sucessores — os Papas — o poder de interpretar.
    Orlando Fedeli

    Ex-semin 29 Maio, 2009 5:27
  • É cabalístico, o significadodos números na Bíblia são esses:
    1 (um): Deus é Um (Dt 6,4; Zc 14,9)
    2 (dois): É o par perfeito. Dos animais puros, Noé levará para a arca sempre pares (Gn 7,2). É o dobro e pode significar “de sobra”, como em Is 40,2; 61,7; Ap 18,6.
    3 (três): Número da unidade e da Trindade. É usado para reforçar ou dar ênfase a uma expressão. Assim, quando se quer dizer que Deus é Santo, repete-se três vezes: «Deus é Santo, Santo, Santo» (Is 6,3; Ap 4,8). Deus abençoa três vezes (Nm 6,24-26). Três são os mensageiros que anunciam o nascimento de Isaac (Gn 18,1ss). É o número da plenitude (Ap 21,13) e da santidade (Ap 4,8).
    4 (quatro): Número da totalidade: os quatro cantos da terra; quatro evangelhos; quatro Seres vivos (Ap 4,6; 7,1; 20,8). Os quatro elementos do universo: terra, fogo, água e ar. Quadrangular (Ap 21,16). Representa sinal de plenitude.
    5 (cinco): Cinco dedos da mão. O primeiro bloco da Bíblia (a Lei) tem 5 livros, o Pentateuco. No Apocalipse pode ser negativo.
    6 (seis): Número imperfeito, não chegou à perfeição, que é o número 7. No Apocalipse (13,18) é repetido três vezes, por isso o número da besta é 666. Imperfeição total!
    7 (sete): É a soma de 4 + 3. Por isso é o número perfeito, indica o máximo da perfeição (Nm 23,4; Mt 15,36); grande quantidade (Is 30,26; Pr 24,16; Mt 18,21); totalidade (Ap 1,4); indica séries completas como no Apocalipse: 7 Cartas (Ap 2-3); 7 Selos (Ap 6,1-17); 7 cabeças (Ap 12,3). O Cordeiro imolado recebe 7 dons (Ap 5,12). O sábado é o sétimo dia; Deus fez a Criação em 7 dias; a festa de Pentecostes acontece 7 vezes 7 dias depois da Páscoa. Cada sétimo ano é sabático (descanso para a terra e libertação dos oprimidos – Lv 25) e depois de 7 vezes 7 anos vem o Jubileu. Não se deve perdoar 7 vezes, mas 70 vezes 7 (Mt 18,22).
    É importante ver que no Apocalipse aparece a metade de 7, isto é 3,5 (Ap 11,9). Às vezes diz-se: um tempo, dois tempos, meio tempo (Ap 12,14; Dn 7,25), isto é três anos e meio. Também pode ser 42 meses (Ap 11,2), é igual a 1.260 dias (Ap 12,6), isto é, sempre a metade de 7. É a duração limitada das perseguições. É o tempo controlado por Deus.
    8 (oito): É sete mais um, é como que o transbordar da plenitude. As bem-aventuranças em Mateus são sete mais uma (Mt 5).
    10 (dez): Indica grande quantidade (Gn 31,7) ou é simplesmente um número redondo (Mt 25,1). Indica também listas completas. Pelos dez dedos das mãos é fácil lembrar a lista. Indica um tempo limitado; curta duração (Dn 1,12.14; Ap 2,10). Pode indicar também imperfeição: a besta só tem 10 chifres (Ap 12,3).
    12 (doze): É o resultado de 4 vezes 3, isto é um número bem completo. É o número da escolha: 12 tribos no AT; 12 Apóstolos no NT; 12 legiões de anjos (Mt 26,53). Os anciãos são 24, isto é: 2 X 12 (Ap 4,4). Os que serão salvos (Ap 7,4) serão 144.000, isto é 12 X 12 X 1000! Número de totalidade (Ap 21,12-14).
    40 (quarenta): Número que indica um tempo necessário de preparação para algo novo que vai chegar: 40 dias e quarenta noites do dilúvio (Gn 7,4.12); 40 dias e 40 noites passa Moisés no Monte (Ex 24,18; 34,26; Dt 9,9-11; 10,10); 40 anos foi o tempo da peregrinação pelo deserto (Nm 14,33; 32,13; Dt 8,2; 29,4, etc.); Jesus jejuou 40 dias antes de começar o seu ministério (Mt 4,2; Mc 1,12; Lc 4,2); a Ascensão de Jesus acontece 40 dias depois da Ressurreição (Act 1,3). Quando alguém errava, era corrigido com 40 chicotadas (Dt 25,3) e Paulo também recebeu cinco vezes as 40 chicotadas menos uma (2Cor 11,24).
    70 (setenta): Jogo de números 10 X 7. Moisés comunica o espírito profético aos 70 anciãos (Nm 11,16-17.24-25). O exílio na Babilónia é interpretado como a duração de 70 anos (Jr 25,11; 29,10; 27,7; 2Cr 36,21; Dn 9). A tradução da Bíblia hebraica para o grego foi feita por 70 escribas e por isso recebeu o nome de LXX ou Septuaginta.
    1000 (mil): Uma quantidade tão grande que não se pode contar. Prazo de tempo completo e comprido. Reino de mil anos (Ap 20,2). Ver as combinações: 7 X 1000 (Ap 11,13; 12 X 1000 (Ap 7,5-8); 144 X 1000 (Ap 7,4).
    É interessante também notar como os hebreus faziam combinações de números. Por exemplo: Abraão fez a Aliança com Deus quando tinha 99 anos (Gn 17,24), assim a Aliança completou o número 100. É o sábado que dá valor aos demais dias da semana, assim transforma os 6 dias (imperfeitos) em 7 dias (perfeito). O único dia da semana que tem um nome. Outro exemplo: seis povos habitavam a Terra Prometida (Ex 3,8). Mas são imperfeitos. Israel será o sétimo povo, aquele que tornará a terra perfeita (7). Ver também o jogo num rico feito na elaboração de alguns provérbios (Pr 6,16-19; 30,15-33).
    Interessante é saber que os israelitas escreviam os seus números com letras alfabéticas (não tinham vogais). Assim podia-se escrever um nome com um valor numérico genial. Por exemplo, Mateus divide a genealogia de Jesus em três grupos de 14 gerações. Ora, o número 14 é o resultado das somas das letras do nome de David (d + w + d): 4 + 6 + 4 = 14. Então Jesus é três vezes David, é o David por excelência.
    Em Ap 13,18, o famoso número da “besta do Apocalipse” é 666, que provém da soma das consoantes hebraicas (n + w + r + n + r + s + q) de KAISAR NERON: Imperador Nero, o grande perseguidor dos cristãos (100 + 60 + 200 + 50 + 200 + 6 + 50 = 666). Ou «César Deus», no grego.

    gugams20 29 Maio, 2009 5:27

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado.

Loading...