As Palavras do Senhor

Lutero O Fundador Da Religião Protestante Sempre Defendeu A Existência Do Purgatório Nas Teses De Nº 16 à 19 ?

LUTERO TINHA CERTEZA DA EXISTÊNCIA DO PURGATÓRIO e defendeu sua existência nas teses de Nº 16 à 19:
16 Inferno, purgatório e céu parecem diferir da mesma forma que o desespero, o semidesespero e a segurança.
17 Parece desnecessário, para as almas no purgatório, que o horror diminua na medida em que cresce o amor.
18 Parece não ter sido provado, nem por meio de argumentos racionais nem da Escritura, que elas se encontram fora do estado de mérito ou de crescimento no amor.
19 Também parece não ter sido provado que as almas no purgatório estejam certas de sua bem-aventurança, ao menos não todas, mesmo que nós, de nossa parte, tenhamos plena certeza.
*Conforme a Santa Doutrina Católica, baseada nas escrituras e tradição dos primeiros Cristãos, é somente para as PENAS, pois a CULPA foi perdoada e apagada pelo sacrifício de Cristo na cruz por nós.
*Se não existissem as penas não sofreríamos as conseqüências do PECADO ORIGINAL E PESSOAL em nossas vidas.
FUNDAMENTAÇÃO BÍBLICA:
A oração pode ajudar: 2Mc 12,45.
A purificação é necessária para adentrar ao céu: Hb 12,14; Ap 21,27.
Agonia temporária: 1Cor 3,15; Mt 5,25-26.
Cristo pregou para seres espirituais: 1Pd 3,19.
É um estado intermediário de purificação: Mt 5,26; Lc 12,58-59.
É uma realidade entre o céu e a terra: Mt 18,23-25; Lc 23,42; 2Cor 5,10; Fl 2,10; Ap 5,2-3.23.
Graus de expiação dos pecados: Lc 12,47-48.
Não será perdoado nem aqui nem no mundo vindouro: Mt 12,32.
Nada de impuro pode entrar no céu: Ap 21,27.
Sacrifício para os mortos: 2Mc 12,43-46.
Salvação, mas como pelo fogo: 1Cor 3,15.
Sofrimento extra: 2Sm 12,14; Cl 1,24.
FONTE: BÍBLIA SAGRADA

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Comments to Lutero O Fundador Da Religião Protestante Sempre Defendeu A Existência Do Purgatório Nas Teses De Nº 16 à 19 ?

  • Além da fundamentação bíblica do purgatório que você citou muito bem, veja o que diziam os cristãos da Igreja primitiva, desde o início da Igreja Católica com os apóstolos:http://blog.cancaonova.com/dominusvobisc…http://blog.cancaonova.com/dominusvobisc…
    O que a Igreja primitiva falava a respeito do purgatório
    Arquivado em: 001.011 O purgatório, 002. Em defesa da Fé, 004. O que dizem os Santos, os Papas e os Doutores — caducn at 9:55 pm on terça-feira, agosto 7, 2007
    Sobre o estudo que estamos fazendo (ouça o Podcast clicando aqui), temos muita coisa para falar. E hoje quero trazer até você amigo do Dominus Vobiscum, o testemunho da Igreja Primitiva, dos Santos Padres da Igreja, daqueles que estiveram no início, na Fundação da Igreja do Senhor. E sempre tenho procurado colocar aqui estes testemunhos, para mostrar a você que está buscando uma maturidade na fé, que o posicionamento da Igreja Católica Apostólica Romana, não é uma invenção do nada, mas vem desde as origens. Então vejamos alguns testemunhos interessantes…
    O didaquè (ou doutrina dos 12 Apóstolos de Cristo) nos diz assim:
    “Ao fazerdes as vossas comemorações, reuni-vos, lede as Sagradas Escrituras… tanto em vossas assembléias quanto nos cemitérios. O pão duro que o pão tiver purificado e que a invocação tiver santificado, oferecei-o orando pelos mortos”.
    Perceba que este ensinamento está na catequese que os próprios Apóstolos (Pedro, João, Thiago, Felipe, etc…) ensinavam aos cristãos. Será que é justo que alguém surja do nada e diga que os apóstolos estão errados?
    Vamos seguir em frente. Tertuliano, Bispo de Cartago, falecido no ano de 220:
    “A esposa roga pela alma de seu esposo (felecido) e pede para ele refrigério, e que volte a reunir-se com ele na ressurreição; oferece sufrágio todos os dias aniversários de sua morte”. “… é um pensamento santo e salutar rezar pelos defuntos para que sejam perdoados de seus pecados” (2 Mac 12,46).
    São Cipriano, bispo de Cartago após a morte de Tertuliano diz ainda nas cartas (nos textos escritos por Tertuliano) que é comum encontrar a expressão: “oferecer o sacrifício por alguém ou por ocasião dos funerais de alguém”.

    JHS 9 Janeiro, 2010 8:27
  • me responda uma coisa e pode ser por e-mail.qual o sentido de cristo ter vindo a terra?perdoar pecados que ninguem conseguia perdão pois os sacrificios de animais não mais conseguiam satisfazer a Deus como realmente um sacrificio a Deus,tinha virado apenas um ritual,mas Deus mostrou ao homem o verdadeiro sentido de sacrificio,aquele que é capaz de amar,de uma forma espetacular e terrivel uma morte de um ser que se tornou um cordeiro nas mãos de pecadores,alguém que não resmungou,cuspiu marimbondos e nem blasfemou contra Deus.
    quantos de nós somos capazes de se sacrificar para tornar o reino de Deus aqui na Terra,lutando contra a sua própria vontade e fazendo a do pai celeste?o que Deus santificou o homem tem tornado impuro.mas cristo no momento oportuno nos justificará.fique com Deus.

    encucada 9 Janeiro, 2010 8:27
  • Amigo, eu não entendo você. Você se diz católico, no entanto, frequentemente você posta aqui, defesas das teses de Lutero. Afinal de contas, de que lado você esta?
    Você não vai encontrar nem um protestante que siga Lutero. Você vai encontrar protestantes que apóiam Lutero pela coragem que teve esse homem de encarar a poderosa Seita Romana, escancarando suas idolatrias.
    Nos Evangélicos amamos e nos rendemos a Jesus Cristo.
    Agora, se você quer seguir Lutero, siga. Não temos nada com isso.

    ? 9 Janeiro, 2010 8:27
  • O problema é que agora nem se interessam ao estudo da Bíblia tal que se praticou ao longo dos séculos, pelos católicos, protestantes ou ortodoxos…imaginam seguir Jesus mas interpretam a Bíblia como o pastor diz de interpreta la…não vão mais longe…

    Djua Yedidya 9 Janeiro, 2010 8:27
  • não sou seguidor de lutero. sou de JESUS.
    Como a Bíblia não fala sobre purgatório, não acredito na existencia deste.

    Carpe Diem Corinthiano 9 Janeiro, 2010 8:27
  • isso nao é nad a vc tem que pesquisar nas teses AP 69 e CI 71 ae vc vai encontrar as respostas .

    Pakony 9 Janeiro, 2010 8:27
  • O pior cego é aquele que não quer ver.

    zeni 9 Janeiro, 2010 8:27
  • Realmente, contra fatos não ha argumentos e eles logo perdem as estribeiras quando não conseguem contra argumentar, como esta provado pelos dois sentimentalistas da religião protestante acima:
    A DOUTRINA DO PURGATÓRIO ESTÁ NA BÍBLIA !!! Só cego para não querer ver !!!
    A purificação é necessária para adentrar ao céu: Hb 12,14; Ap 21,27.
    Agonia temporária: 1Cor 3,15; Mt 5,25-26.
    Cristo pregou para seres espirituais: 1Pd 3,19.
    É um estado intermediário de purificação: Mt 5,26; Lc 12,58-59.
    É uma realidade entre o céu e a terra: Mt 18,23-25; Lc 23,42; 2Cor 5,10; Fl 2,10; Ap 5,2-3.23.
    Graus de expiação dos pecados: Lc 12,47-48.
    Não será perdoado nem aqui nem no mundo vindouro: Mt 12,32.
    Nada de impuro pode entrar no céu: Ap 21,27.
    Sacrifício para os mortos: 2Mc 12,43-46.
    Salvação, mas como pelo fogo: 1Cor 3,15.
    Sofrimento extra: 2Sm 12,14; Cl 1,24.
    Shalom !!!

    How to Catch Cheating Spouse 9 Janeiro, 2010 8:27
  • Existem muitos mistérios entre o céu e a Terra que são desconhecidos aos homens, e que geram muitas curiosidades e em alguns o medo. Ao longo do tempo o ser humano passou a buscar a compreensão daquilo que não tinha explicação aos olhos dos homens,até meados do século 12, para muitos cristãos, o céu e inferno eram os únicos destinos da alma após a morte. As pessoas boas, que haviam levado uma vida modesta e santa subiam aos céus. Os maus e pecadores estavam condenados ao inferno e sujeitos a todas as penas ali presentes, como a fome e a dor descritas no Apocalipse .
    As pessoas iam mais à Igreja, pois temiam este fim, para isso tentavam seguir à risca o que os padres pregavam. Daí nascia à dúvida, e aqueles que não eram nem totalmente bons nem completamente maus? Neste momento nasce a idéia de salvação que havia começado a ser desenhada há algum tempo antes, no século IV, pelo teólogo Aurélio Agostinho que mais tarde tornou-se conhecido como Santo Agostinho.
    Os que estavam mais vulneráveis para a maldade tinham como fim o inferno, no entanto teriam a chance, por meio das orações realizadas pelos vivos, de amenizar seu sofrimento. Já as pessoas que não haviam sido totalmente boas passariam por uma purgação para, possivelmente, alcançar o paraíso. Naquele tempo, o purgatório não era um lugar, mas uma ideologia de salvação. A imagem dele como um “além” intermediário só se originou na cristandade entre 1150 e 1250. Muito antes de os cristãos criarem o purgatório, outras religiões já tinham a crença em um lugar intermediário, onde os que cometeram pecados leves poderiam se redimir de seus erros.
    Martinho Lutero contestou, entre outras coisas, o Purgatório e as indulgências nas suas famosas 95 teses, nomeadamente na tese 82, que assim diz: “Porque o papa não esvazia o purgatório por causa do santíssimo amor e da extrema necessidade das almas – o que seria a mais justa de todas as causas –, se redime um número infinito de almas por causa do funestíssimo dinheiro para a construção da basílica – que é uma causa tão insignificante?”
    Isso sem dizer que não existe pecadinho e nem grandes pecados, aos olhos de Deus são pecados e todos sujeitos ao perdão, de Deus, por isso não haver a necessidade de um purgatório

    lola 9 Janeiro, 2010 8:27
  • Católico Romano, os livros de Macabeus (1º e 2º) são livros “apócrifos” escritos no período interbíblico e passaram a integrar as escrituras somente após a Septuaginta. Jamais foram reconhecidos pela tradição judaica e, na Reforma Protestante, deixaram de pertencer ao canon sagrado. A Contra Reforma, entretanto, sem compromisso com a fidelidade a Deus, reintegrou-os mais por tradição do que por reconhecimento de sua legitimidade. O texto indicado insinua “oferecer sacrifício pelos pecados dos que haviam morrido, para que fossem liibertados do pecado”. Não é isto que a mensagem bíblica prevê, pois “depois da morte, segue-se o juízo” (Hb. 9; 27). Ora, a salvação é perfeita (Hebreus 7; 24 e 25) e, sendo perfeita, não há como crer que deva ser completada em “estágios intermediários”, uma vez que aquilo que é perfeito é também completo. A purificação do pecado, redime também da culpa do pecado: 1ª João 1; 7. Todas as demais referência indicadas não corroboram a existência do purgatório e a “santificação” é um processo a ser construído em vida e não depois que se morre. Se Cristo pagou nossa culpa, o que ainda havemos de pagar? (Romanos 8; 1).

    Euclides N 9 Janeiro, 2010 8:27

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