Muito obrigado pelo seu apoio aí!
Abraços!
Home » Sobre Jesus » Mas Afinal De Contas, Como é Verdade Dizer Que Jesus Foi Humano E Deus Ao Mesmo Tempo? Não Consigo Entender!?
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Posted by admin on Jan 30th, 2010 // 22 Comments
Muito obrigado pelo seu apoio aí!
Abraços!
Deus é infinito, jamais poderia ser limitado a um simples planeta como a Terra, e muito menos encarnar como um ser humano. Essa crença de que Jesus é Deus tem origem no erro das igrejas dogmáticas mostrarem Deus à imagem do homem, invertendo os valores. Essas igrejas que se dizem Cristã preferem ignorar que o próprio Jesus se referia a Deus como Pai e na terceira pessoa. Se Jesus fosse Deus não teria sentido dizer na hora derradeira: “Pai, a ti entrego o meu espírito.”
Bem existem coisas q não tem como explicar, sei q eh complicado pra nós humanos entendermos q um Deus pode ser humano, mas funciona mais ou menos assim: Jesus sempre foi Deus, assim como Deus o Pai é, por causa dos nossos pecados Ele teria q morrer, mas como DEus é imortal Ele se revestiu da imortalidade, tornando-se assim humano, porém Sua natureza era divina, pois Sua origem é divina (lembre-se Ele sempre foi DEus), espero ter te para mais informações acesse o site, fik com DEus
Jesus foi pessoa, nascido de uma mulher, seguiu todas as etapas do desenvolvimento do homem, era humano totalmente. Mas, ao mesmo tempo, como Filho de Deus e parte desse, recebia de Deus os seus poderes, a sua missão, e tinha o seu destino por Deus traçado.Quando morre e ressuscita, sua parte divina se completa. Não é de fácil entendimento, pois é um dos Mistérios do cristianismo. É preciso muito conhecimento de teologia para ter uma percepção mais clara.
A carta aos romanos o apóstolo Paulo nos mostra o evangelho nos dois aspectos: Ele veio em semelhança de carne para salvar o homem que ele havia criado ,precisou passar pela morte e ressurreição..E como filho de Deus é para o crescimento da vida de Deus que recebemos quando o aceitamos e o Espiríto entrou em nós.
Visite o site wwwdongyulan.org.br tem diversos links.Você vai ser ajudado.
Puxa vida depois de ler tantas baboseiras, do pessoal tentar explicar o inexplicável, trindade e tralalá…fiquei até meio zureta…
Vamos lá, anote os textos para a pesquisa:
Mar. 13:32, Mat. 20:20-23, 1 Cor. 11:3, 1 Cor. 15:27, 28, João 17:1-3, 1 Cor. 8:5, 6, 1 Ped. 1:3,
Realmente não tem como entender. Isso não é verdade
Jesus veio à terra dar a sua vida como RESGATE CORRESPONDENTE por todos.” — 1 Timóteo 2:5, 6
Se Jesus, no entanto, fosse parte de uma Divindade, o preço de resgate teria sido infinitamente superior ao que a Lei do próprio Deus exigia. (Êxodo 21:23-25; Levítico 24:19-21) Foi apenas um humano perfeito, Adão, quem pecou no Éden, não Deus. Assim, o resgate, para estar realmente em harmonia com a justiça de Deus, tinha de ser estritamente um equivalente — um humano perfeito, “o último Adão”.
Assim, quando Deus enviou Jesus à terra como resgate, ele fez com que Jesus se tornasse o que satisfaria a justiça, não uma encarnação, não um deus-homem, mas um homem perfeito, “menor que os anjos”.
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Em minha resposta, não usei nehuma das supostas citações fraudulentas da brochura. só usei citações da bíblia feitas pela brochura que provam a impossiblidade de Jesus ser Deus e homem ao mesmo tempo. Mesmo se essa brochura for desonesta, a bíblia não é.
???????????????????????
Observei um detalhe interessantíssimo nesse link recomendado pelo usuário SERVO DE CRISTO. Sobre a exclamação de Tomé a Jesus:
meu Senhor e MEU DEUS!
O usuário que fez essa pergunta disse que Tomé fez essa exclamação “numa DECLARAÇÃO direta e pessoal DE SERVIDÃO àquele a quem ele se dirigiu: Cristo!!”
O que esse usuário deixou de mencionar é que pouco antes dessa exclamação de Tomé, o próprio Jesus havia dito: Eu ascendo para junto de meu Pai e vosso Pai, e para MEU DEUS e vosso Deus.’”(joão 20:17)
Usando a mesma linha de raciocínio desse usuário, a única conclusão a que podemos chegar é que Jesus disse isso também “numa DECLARAÇÃO direta e pessoal DE SERVIDÃO àquele a quem ele se dirigiu: Jeová Deus. Querendo ou não ele acaba admitindo que Jesus é um Deus que está subordinado a outro Deus, sendo portanto um Deus inferior.
Jeová é o Deus dos Anjos(Apocalipse 7:11) estes são inferiores a ele.
Jeová é o Deus dos humanos (João 20:17) Estes são inferiores a ele
Jeová é o Deus de Jesus (João 20:17) (revelação 3:12) Será então que Jesus não é inferior a Jeová?
tem uma forma fácil de você entender. Tu acredita que o corpo humano é tipo um traje espacial ou apenas um veículo para algo? Se sim, pensa o seguinte.
Você tá no teu corpo, observando, interagindo com sua consciência que habita teu corpo. Você tb é filho de Deus, tem suas vontades, tem seu livre arbitrio e exerce sua personalidade todos os dias certo?
Imagine, por um segundo que você (por algum motivo) se cansa de desejar, seja porque todos os seus desejos já foram realizados, seja porque não tem mais criatividade para inventar desejos novos ou seja porque nem o mundo externo te provoca mais desejo.
O que você irá fazer? voltar-se para dentro.. e neste processo (de morte da personalidade*) talvez vc comece a entender o “pai, seja feita a tua vontade”. Foi o que Jesus descobriu…ele podia fazer suas vontades pessoais ou poda deixar que o Deus maior (que reside em cada um de nós) revelasse a sua vontade, a suas preferência para com ele e para com o mundo.
Resumindo , é como se vc trocasse sua consciência pessoal por uma super consciência coletiva dentro do teu corpo.
Você continua a existir como individuo, mas age sobre o ponto de vista do absoluto (de Deus). Este é o caminho da iluminação pessoal.
* Dizem que antes de uma pessoa se iluminar , ela passa por uma especie de morte psicológica da personalidade (individual) para que o corpo possa ser habitado pelo todo (o absoluto). Então sua consciência individual se funde a sua consciência divina e você se torna “um” com “Deus”.
Aí você poderá dizer que sua vontade é a de Deus e a vontade de Deus é a sua vontade, pois na verdade são em essencia, a mesma pessoa.
Se Jesus era Deus, por que e para quem estava rogando a passagem do cálice?
Jesus é o Delegado de Deus, Modelo e Mestre Divino, Guia da Humanidade, veio com os Dons do Espírito Santo ou Mediunidades Sem Limite (Médium Completo), o Ponto de Referência a que todos terão que chegar, custe mais ou menos. Antes de lá chegar, entretanto, muitas funções existem, e nobres, para cada grau da escala evolutiva.
É realmente um mistério profundo, até o apóstolo Paulo o admitiu 1Tm 3:16. Na verdade, Jesus sendo Deus, não julgou ser igual a Deus, mas se esvaziou, assumindo posição de servo Fp 2:6 e 7. Dizer que Jesus se “esvaziou”, significa que na forma humana, não desceu aqui com sua onisciência, onipotência e onipresença. Dizer que ele “assumiu”, significa que ele não era servo.
A Doutrina Espírita nos ensina a amar o meigo Rabi da Galiléia, induzindo-nos ao esforço necessário para colocar em prática seus ensinamentos. Mostra-nos Jesus, não como Deus, mas como um Espírito da mais alta hierarquia e destaca o sentimento de amor que Ele demonstrou pela Humanidade, pois deixou os páramos luminosos em que vivia, para trazer-nos a orientação quanto ao caminho que precisamos trilhar, para alcançarmos também a plenitude do ser.
Rejeitando o dogma da divindade de Jesus, o Espiritismo nega apenas o que resultou da elaboração de mentes humanas na composição de uma teologia que expressa, nesse particular como em muitos outros, uma posição contrária ao pensamento do próprio Cristo. Em várias passagens dos Evangelhos, encontramos textos em que Jesus afirma categoricamente não ser Deus, colocando-se como um enviado do Altíssimo, a quem se subordina e de quem se faz o porta-voz. Aos que desejem ir diretamente à fonte, recomendamos a leitura das seguintes passagens: João – VIII,42; João – VII, 33; Lucas – IX, 48; João – XII, 49 e 50; Mateus – XXIV, 35 e 36.
(Dalva Silva Souza)
Qual é o tipo mais perfeito que Deus ofereceu ao homem
para lhe servir de guia e modelo?
– Jesus.
Jesus é para o homem o exemplo da perfeição moral a que pode pretender a humanidade na Terra. Deus nos oferece Jesus como o mais perfeito modelo, e a doutrina que ensinou é a mais pura expressão de sua lei, porque era o próprio Espírito Divino e foi o ser mais puro que apareceu na Terra. (O Livro dos Espíritos, de Allan Kardec)http://www.espirito.org.br/
Jesus é o Supremo Governante do Planeta Terra, nosso Mestre Celestial, um Espírito que alcançou o mais elevado grau de evolução destinado aos seres humanos.
Evocação do Natal
O maior de todos os conquistadores, na face da Terra, conhecia, de antemão, as dificuldades do campo em que lhe cabia operar.
Estava certo de que entre as criaturas humanas não encontraria lugar para nascer, à vista do egoísmo que lhes trancava os corações; no entanto, buscou-as, espontâneo, asilando-se no casebre dos animais.
Sabia que os doutores da Lei ouvi-lo-iam indiferentes, com respeito aos ensinamentos da vida eterna de que se fazia portador; contudo, entregou-lhes, confiante, a Divina Palavra.
Não desconhecia que contava simplesmente com homens frágeis e iletrados para a divulgação dos princípios redentores que lhe vibravam na plataforma sublime, e abraçou-os, tais quais eram.
Reconhecia que as tribunas da glória cultural de seu tempo se lhe mantinham cerradas, mas transmitiu as boas novas do Reino da Luz à multidão dos necessitados, inscrevendo-as na alma do povo.
Não ignorava que o mal lhe agrediria as mãos generosas pelo bem que espalhava; entretanto, não deixou de suportar a ingratidão e a crueldade, com brandura e entendimento.
Permanecia convicto de que as noções de verdade e amor que veiculava levantariam contra Ele as matilhas da perseguição e do ódio; todavia, não desertou do apostolado, aceitando, sem queixar, o suplício da cruz com que lhe sufocavam a voz.
É por isso que o Natal não é apenas a promessa da fraternidade e da paz que se renova alegremente, entre os homens, mas, acima de tudo, é a reiterada mensagem do Cristo que nos induz a servir sempre, compreendendo que o mundo pode mostrar deficiências e imperfeições, trevas e chagas, mas que é nosso dever amá-lo e ajudá-lo mesmo assim. (Emmanuel – psicografada por Chico Xavier)http://poemasdepaz.blogspot.com/
Deus é Espirito, Jesus é Deus que se fez carne, ou seja, O Espirito Santo Gerou em Maria um ser de carne e osso que é o Cordeiro de Deus :
Mateus 1:20 E, projetando ele isso, eis que em sonho lhe apareceu um anjo do Senhor, dizendo: José, filho de Davi, não temas receber a Maria, tua mulher, pois o que nela se gerou é do Espírito Santo;
João 1:32 E João deu testemunho, dizendo: Vi o Espírito descer do céu como pomba, e repousar sobre ele.
João 4:24 Deus é Espírito, e é necessário que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade.
Efésios 4:4 Há um só corpo e um só Espírito, como também fostes chamados em uma só esperança da vossa vocação;
Jó 33:4 O Espírito de Deus me fez, e o sopro do Todo-Poderoso me dá vida.
II Coríntios 3:17 Ora, o Senhor é o Espírito; e onde está o Espírito do Senhor aí há liberdade.
João 1:1-3, No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus.
Ele estava no princípio com Deus.
Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e sem ele nada do que foi feito se fez.João 1:14 E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade; e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai.
Gálatas 2:20 Já estou crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim; e a vida que agora vivo na carne, vivo-a na fé no filho de Deus, o qual me amou, e se entregou a si mesmo por mim.
Olá Alex, boa noite,
Interessante, inteligente e
oportuna pergunta, parabéns!
Quem MORREU na cruz, foi o
Filho de Deus,na forma humana,
pois,esta foi a maneira encontrada
PARA REDIMIR TODA a humanidade.
Jesus Cristo veio a Terra como
um segundo Adão, visando provar
que o homem COM o poder de Deus
pode superar qualquer desafio.Ele teria
QUE entrar em nosso planeta de maneira
juridicamente perfeita,portanto,Ele teria que
nascer de uma mulher,do contrário Jesus não
seria um Modelo Perfeito.
QUEM É JESUS?
Existe muita confusão sobre quem
é Jesus,às vezes O confundem com o
Próprio Deus. JESUS é o Filho de Deus,
antes da criação da Terra. Jesus, foi gerado
de Deus, como e em que circunstâncias? é um
mistério fora do alcançe de mentes FINITAS. Para
salvar o homem,abriu mão das prerrogativas de Filho
de Deus,e nasceu em nosso Planeta como HOMEM, e
MORREU COMO homem.A NOSSA HUMANIDADE,está
REPRESENTADA NOS CÉUS,GRAÇAS aos Seus méritos.
Desejo-lhe uma
excelente semana.
Põe-me como selo sobre o teu
coração, como SELO sobre o teu
braço,porque o AMOR é forte como
a morte, e duro como a SEPULTURA
o ciúme;as suas BRASAS SÃO brasas
DE FOGO, SÃO VEEMENTES labaredas.
As muitas águas não poderiam
apagar o amor,nem os rios afogá-lo.
Cantares de Salomão 8: 6. Isaias 40:31
Mas os que esperam no Senhor
renovarão as suas FORÇAS; subirão
com asas como águias; correrão, e não
se cansarão; andarão, E NÃO se fatigarão.
PARABÉNS PELA PERGUNTA
Deus é Pai e Jesus o Filho,porém os 2 são a mesma pessoa,é como a pessoa q se casa se torna uma so carne,mas porém Jeus era Deus em corpo humano não em ESPIRITO .ELE ERA DEUS SO Q EM UM CORPO DE CARNE E OSSO!
Não, nao.
Jesus é uma coisa Deus e outra !
Deus é o criador do mundo que fez todas as coisas
Jesus é o filho primojênito que Deus enviou-o
Ok?
prazer !
Deus é uno e trino
Deus é um só
Mas tambem é trino: Pai, Filho e Espirito Santo
Ou seja Deus é uno, mas trino tb
Jesus Cristo, antes de ser humano, Ele é Deus. Ele é o Verbo Eterno que se fez carne.
– a Sua obediência (Rm 5.19; Hb 5.8,9).
“No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por ele, e sem ele nada do que foi feito se fez (…) E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade” (João 1.1-3,14).
Jesus como “Filho de Deus” revela sua Deidade, assim como seu título “Filho do Homem” revela a sua humanidade.
Entende-se por evangelho cristocentrico aquele que se baseia na mensagem completa de Jesus Cristo – sem acréscimo, omissão ou distorção. O Evangelho de Cristo fundamenta-se no tripé: encarnação, crucificação e ressurreição, segundo as Escrituras (Gl 4.4,5; 1 Co 15.2-4).
A mensagem cristocêntrica está sintetizada em Filipenses 2.6-11:
“[Cristo Jesus] sendo em forma de Deus, não teve por usurpação ser igual a Deus, mas esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens; e, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até à morte, e morte de cruz. Por isso, também Deus o exaltou soberanamente, e lhe deu um nome que é sobre todo o nome; para que ao nome de Jesus se dobre todo o joelho dos que estão nos céus, e na terra, e debaixo da terra, e toda a língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para glória de Deus Pai.”
* “…sendo em forma de Deus” (v. 6) – a Sua elevação junto ao Pai, antes da fundação do mundo (Jo 1.1,2; 17.4,5).
* “…não teve por usurpação ser igual a Deus” (v. 6) – a Sua renúncia (Mt 11.28-30).
* “…aniquilou-se a si mesmo” (v. 7) – o Seu esvaziamento (Jo 17.5; 2 Co 8.9; Is 53.1-3; Lc 2.7; Mt 8.20).
* “…tomando a forma de servo” (v. 7) – o Seu ministério terreno (Mc 10.45; Jo 13.4-16; At 10.38; Lc 4.18-21).
* “…fazendo-se semelhante aos homens” (v. 7) – Sua humanidade (Jo 1.14; 1 Jo 4.2,3).
* “…achando-se na forma de homem, humilhou-se a si mesmo” (v. 8).
Essa humilhação consistiu em:
a) Sendo o Criador de todas as coisas, nasceu em uma estrebaria (Lc 2.7) e morou em Nazaré (Lc 4.16; Mt 21.11; Jo 1.46).
b) Foi tentado como homem, embora nunca tivesse deixado de ser Deus (Mt 4.1-11; Cl 2.9).
c) Chamaram-no de demônio (Mt 12.24; Jo 7.20) e de pecador (Jo 9.24).
d) Foi traído (Mt 26.47-49) e vendido (Mt 26.14-16).
e) Prenderam-no como se fosse um salteador (Mc 14.48).
f) Foi julgado de forma injusta (Jo 18.13,24; Mt 26.57; Mc 14.64; Jo 18.28,29; Lc 23.6-25).
g) Suportou acusações calado (Is 53.7).
h) Foi insultado (Mt 27.30; Is 50.6).
i) Recebeu murros e bofetadas (Mt 26.67).
j) O povo O considerou pior do que Barrabás, um criminoso (Mt 27.21).
l) Apesar de ser o Rei dos reis, puseram-lhe uma coroa de espinhos (Mt 27.29).
m) Entregou-se para morrer de modo ignominioso, mesmo sabendo que podia escapar da morte quando (e se) bem quisesse (Jo 19.17,18; Gl 3.13).
* “…sendo obediente até a morte” (v.
* “…Por isso, também Deus o exaltou soberanamente” (v. 9) – a Sua ressurreição (At 2.32-36; Sl 24.7-10).
* “…e lhe deu um nome que é sobre todo o nome” (v. 9) – a Sua posição junto ao Pai (1 Co 15.27; Mt 28.18; Ap 1.8).
* “Para que ao nome de Jesus se dobre todo o joelho dos que estão nos céus, e na terra, e debaixo da terra, e toda a língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para glória de Deus Pai” (vv. 10,11) – a consumação de Sua vitória e Seu senhorio eterno.
As duas naturezas de Jesus operavam lado a lado.
Essa operação prova que Jesus é o verdadeiro Deus e verdadeiro Homem. Vejamos alguns exemplos sobre isto:
a) Jesus nasceu em toda humildade (Lc 2.12; 2 Co 8.9) – Sua natureza humana. Mas seu nascimento foi honrado por uma multidão de anjos que o exaltavam como o Messias (Lc 2.9-14) – Sua natureza divina.
b) Jesus foi batizado como os outros seres humanos, sujeitando-se à justiça divina (Mt 3.15) – Sua natureza humana. Porém, Deus falou naquela ocasião: “Este é o meu Filho amado, em que me comprazo” (Mt 3.17) – Sua natureza divina.
c) Jesus foi tentado como todos os demais homens (Lc 4.1-13; Hb 4.15) – Sua natureza humana. Mas tendo Ele vencido, os anjos o serviram (Mt 4.11) – Sua natureza divina.
d) Jesus dormiu de cansaço no barco, apesar da grande tempestade (Mt 8.24) – Sua natureza humana. Mas depois Ele se levantou e repreendeu o vento e as ondas (Mt 8.26) – Sua natureza divina.
e) Jesus, cansado de andar, assentou-se junto à fonte para descansar (Jo 4.6) – Sua natureza humana. Porém, ali descobriu a situação espiritual da mulher e lhe revelou o caminho da salvação (Jo 4.7-29) – Sua natureza divina.
f) Diante da morte de seu amigo Lázaro, Jesus chorou (Jo 11.33-35) – Sua natureza humana. Mas ali Ele orou ao Pai, e mandou Lázaro sair do sepulcro (Jo 11.32-43) – Sua natureza divina.
g) No jardim Jesus foi preso por homens ímpios (Jo 18.1-3,12,13) – Sua natureza humana. Porém, quando Ele disse “Eu Sou”, todos os soldados caíram por terra (Jo 15.5,6) – Sua natureza divina –; Ele ainda curou a orelha do servo do sumo sacerdote, a qual Pedro havia cortado (Lc 22.51) – Sua natureza divina.
Para fazer a vontade do Pai, e para cumprir as Escrituras (Mt 26.52-54), Jesus se sujeitou à limitação humana que havia aceitado. Jesus, por exemplo, não quis chamar 12 legiões de anjos quando os homens se aproximavam para prendê-lo (v. 53).
A condição de Cristo encarnado aqui na Terra:
a) Vemos que Jesus ao vir a terra não deixou de ser Divino – “porque nele habita corporalmente toda a plenitude da divindade” (Cl 2.9) –, mas o que Ele fez foi encobrir a Sua glória que outrora possuía junto ao Pai na eternidade (Jo 17.5). Ele “humilhou-se a si mesmo”, assumindo a forma e natureza de homem: no lugar da majestade assumiu a humildade, no lugar da força a fraqueza, e a divindade fora ocultada pela humanidade. Sendo assim, Ele experimentou todas as facetas das limitações humanas: como homem ele sentia fome, sede, sentia cansaço, sentia dores, tristeza…
b) E achando-se na “forma de servo”, disse: “O Pai é maior do que eu” (Jo 14.28), e “daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos que estão no céu nem o Filho, senão o Pai” (Mc 13.32); mas quando ressuscitou disse: “É me dado TODO O PODER no céu e na terra” (Mt 28.18; Ap 1.8).
c) Quando diz que Jesus se fez “semelhante aos homens”, sugere que Ele realmente era um homem, mas não um simples homem. Sua humanidade era genuína, mas Seu ser era divino. E como Deus, Ele fez coisas que ao homem comum não era possível fazer: sabia o que os outros pensavam dEle (onisciência), transformou água em vinho, multiplicou pães e peixes, curou leprosos, paralíticos, aleijados, perdoou pecados, acalmou a tempestade e andou sobre as águas, etc.
d) E por ter sido “obediente até a morte”, Jesus foi recompensado com a exaltação depois da humilhação, conforme ele mesmo ensinou: “o que a si mesmo se humilhar será exaltado” (Mt 23.12 – e ainda Lc 14.7-11; 18.9-14), sendo por Deus elevado ao lugar mais alto: “à sua mão direita” (Salmo 110.1), onde Ele compartilha “a honra, a glória e o poder” com o Pai (Ap 5.13). Por isso Deus “lhe deu um nome que é sobre todo nome” (Fl 2.9), diante do qual todo joelho, nos céus (os seres angelicais), na terra (a humanidade) e debaixo da terra (o diabo e seus anjos), se dobrará e toda língua confessará (vv. 10-11).
.
Mitologia. Não tem que entender.
isso chama-se erros de tradução, interpretação errada ao longo dos séculos e muistureba de religiões, ok?
tenta entender não filho, pode ficar maluco tambem
Isso é o que o dicionário define como SEMI-DEUS! Faz parte das mitologias…
..isso foi uma enrolação para deixar ainda mais tonto quem acreditaasse nisso…cada uma né?
As Escrituras apresentam a Pessoa de Cristo como o tema central da mensagem transmitida aos homens através dos séculos até o presente:
Pelo auto-esvaziamento de Cristo (Fp 2:5-8).
1) Era o tema da mensagem dos antigos profetas (At 3:20; compare
com At 10:43);
2) Foi o tema da mensagem dos apóstolos (At 5:41,42; ver também
At 9:19,20);
3) Foi o tema da mensagem apresentada aos judeus (At 17:1-3);
4) Foi o tema da mensagem apresentada aos samaritanos (At 8:5);
5) Foi o tema da mensagem apresentada aos gentios (Gl 1:15,16);
6) É o tema do Evangelho que temos ordem para pregar hoje (Mc
16:15; Rm 1:1-3; I Co 15:1-4);
7) Deus anatematiza (amaldiçoa) todo o que prega qualquer outro
Evangelho (Gl 1:6-9; I Co 16:22).
Apesar disso, as TJs rebaixam o Senhor Jesus a Miguel, um arcanjo
criado por JEOVÁ, e na mesma posição de Satanás e outros também
chamados de deuses falsos:
“O Filho unigênito de Deus, o único Filho produzido por Jeová. Este
Filho é o primogênito de toda a criação. Por meio dele foram criadas todas as outras coisas no céu e na terra. Ele é o segundo maior personagem do universo.”
“É, portanto, razoável que o arcanjo Miguel seja Jesus Cristo.”
“O anjo mais importante, tanto em poder como em autoridade, é o
arcanjo, Jesus Cristo, também chamado Miguel.”
“‘Mas não é Jesus chamado de deus na Bíblia?’ poderá perguntar
alguém. Isto é verdade. Contudo, Satanás também é chamado de deus (2 Co 4:4).” Vejamos, então, o que a Bíblia nos diz sobre o Filho de Deus.
A Humanidade de Jesus Cristo
Jesus Cristo era o Filho do homem, conforme ele mesmo se proclamou. Nessa qualidade, ele é o representante de toda a humanidade. Para ele convergem as linhas de nossa comum humanidade.
Sua humanidade é demonstrada:
1) Pela sua ascendência humana (Gl 4:4; Mt 1:18; Mt 2:11; 12:47; Jo
2:1; Hb 10:5);
2) Por seu crescimento e desenvolvimento naturais (Lc 2:40,46,52);
3) Por sua aparência pessoal (Mc 7:33,34; 15:34; Jo 4:9; 19:5; 20:15
21:4,5);
4) Por possuir natureza humana completa, inclusive corpo e alma,
ou espírito (Mt 26:12,38; Lc 23:46);
5) Pelas suas limitações humanas sem pecado (Mt 8:24; 21:18; Mc
11:13; 13:32; Lc 2:52; 22:44; Jo 19:28; I Co 15:3; Hb 4:15);
6) Pelos humanos que lhe foram dados, por ele mesmo e por outros
(Mt 1:21; 21:11; Mc 6:3; Lc 19:10; At 2:22; I Tm 2:5);
7) Pela relação humana que ele mantinha com Deus (Mc 15:34; Jo
20:17);
A Divindade de Jesus Cristo
É fato consumado na Bíblia que Cristo é Deus (Jo 1:1; 20:28; At 20:28;
Rm 9:5; Tt 2:13; II Pe 1:1). Mas talvez possa haver alguma dificuldade de interpretação em alguns textos bíblicos que as TJs fazem questão de nos lembrar: Jo 8:29; 10:18; 14:28; I Co 11:13.
A subordinação da pessoa do Filho à pessoa do Pai é uma ordem de
personalidade, ofício e operação que permite ao Pai ser oficialmente
primeiro; o Filho, segundo; e o Espírito Santo, terceiro; mas tudo em
perfeita coerência com a igualdade entre os três. Prioridade não é
necessariamente superioridade. A possibilidade de uma ordem que,
contudo, não implica desigualdade, pode ser ilustrada entre marido e
mulher. Quanto a seu ofício, o homem está em primeiro lugar e a mulher em segundo; não obstante, a alma da mulher tem o mesmo valor da alma do homem (I Co 11:3).
A negação da divindade de Cristo só é possível para os que
desconsideram os ensinos da Escritura, pois a Bíblia contém abundantes provas da divindade de Cristo. Vemos que a Escritura:
1) Afirma explicitamente a divindade do Filho (Jo 1:1; 20:28; Rm 9:5;
Fp 2:6; Tt 2:13; I Jo 5:20);
2) Aplica a ele nomes divinos (Is 9:6; 40:3; Jr 23:5,6; Jl 2:32 (compare
com At 2:21); I Tm 3:16);
3) Atribui a ele perfeições divinas: existência eterna (Is 9:6; Jo 1:1,2;
Ap 1:8; 22:13); onipresença (Mt 18:20; 28:20; Jo 3:13); onisciência (Jo 2:24,25;
21:17; Ap 2:23); onipotência (Is 9:6; Fp 3:21; Ap 1:8); imutabilidade (Hb
1:10-12; 13:8); e em geral todos os atributos pertencentes ao Pai (Cl 2:9);
4) Fala dele como realizando obras divinas: criação (Jo 1:3,10; Cl 1:16;
Hb 1:2,10); a providência (Lc 10:22; Jo 3:35; 17:2; Ef 1:22; Cl 1:17; Hb 1:3); o
perdão dos pecados (Mt 9:2-7; Mc 2:7-10; Cl 3:13); a ressurreição e o juízo
(Mt 25:31,32; Jo 5:19-29; At 10:42; 17:31; Fp 3:21; II Tm 4:1); a final
dissolução e renovação de todas as coisas (Hb 1:10-12; Fp 3:21; Ap 21:5);
5) Lhe outorga honra divina (Jo 5:22,23; 14:1; I Co 15:19; II Co 13:13;
Hb 1:6; Mt 28:19).