As Palavras do Senhor

Na Biblia Fala Sobre Mandágoras Alguem Sabe Descrever O Que é E Para Que Servia?

“As mandRágoras são plantas muito perfumadas, originárias da região do mediterrâneo,têm caule curto e emitem uma roseta de folhas de cujo centro possuem hastes de flores nas cores violeta e azul. São da família Solanaceae.Existem dois tipos de mandrágoras: oficinal, ou seja, de uso médico (mandrágora officinales) e mandrágora fêmea(nome popular), já que ambos os tipos são hermafroditas; possuem os dois sexos.”


Comments to Na Biblia Fala Sobre Mandágoras Alguem Sabe Descrever O Que é E Para Que Servia?

  • As mandrágoras são plantas muito perfumadas, originárias da região do mediterrâneo,têm caule curto e emitem uma roseta de folhas de cujo centro possuem hastes de flores nas cores violeta e azul.
    Nos textos bíblicos elas estão sempre relacionadas a romance. O nome hebraico para mandrágoras é : “dudhaim”, formado pela mesma raiz de “amor” o que contribui para que a planta seja considerada afrodisíaca e de aumento da fertilidade humana, principalmente no oriente médio.
    Por ser considerada tóxica, ela é um anestésico tão potente que quem o experimenta aparenta estar morto. Produz visões, alucinações e delírios que podem levar a demência. São-lhe atribuídas propriedades: Afrodisíaca, alucinógena, analgésico e narcótica.
    No texto bíblico de Gênesis 30:14, Raquel desejosa das mandrágoras propõe um trato: Alugar seu marido em troca da planta. Não sei de que serviriam as mandrágoras a Raquel sem o seu marido por perto. Raquel guardou as mandrágoras para uma outra ocasião ou as usou em algum rito supersticioso…provavelmente
    espero ter ajudado
    x)

    Marcinha 3 Junho, 2009 11:34
  • Uma flor com propriedades” mágicas ” , Rachel sabia fazer uso dessas propriedades.
    As duas irmãs tinham em comum o mesmo marido. Uma vez o filho mais velho de Lia chegou do campo com mandrágoras e Raquel que era a favorita de Jacob cedeu o marido a Lia em troca das mandrágoras. Lia foi esperar Jacob e lhe disse que nessa noite ele haveria de deitar-se com ela pois o alugara em troca das mandrágoras, Lia concebeu mais um filho nessa noite, mas Rachel que até então era estéril, depois desse episódio com as mandrágoras também concebeu e deu a luz a José, está lá em Gênesis.

    bruuuno 3 Junho, 2009 11:34
  • Entre neste site e veja com os próprios olhos. Muito interessante curioso (é mandrgoras mesmo, sem o “a” antes do g).http://atendanarocha.blogspot.com/2008/0

    marcella 3 Junho, 2009 11:34
  • Mandrágrora – o veneno dos amantes.
    Planta venenosa da família das solanáceas, a mesma da beladona e do meimendro, a mandrágora (Mandragora officinarum) contém alcalóides como a atropina e a escopolamina. É nativa do Mediterrâneo. Erva de caule muito curto, emite uma roseta de folhas, de cujo centro se alteiam as hastes das flores, de cor entre o violeta e o azul. A raiz principal freqüentemente se bifurca e, sendo grossa e carnuda, assemelha-se a duas coxas. Para aumentar essa semelhança, os feiticeiros a esculpiam e acrescentavam detalhes, como se vê em gravuras medievais que ilustram seu suposto poder afrodisíaco. Ora, uma vez aceito que uma planta pudesse tem um corpo humano “perfeito”, o próximo passo era supor que pudesse receber um espírito, ou a força vital de um homo sapiens vivente… Segundo H.P. Blavastky, “no Catecismo dos drusos da Síria” os homens foram criados pelos “Filhos de Deus”, que desceram à Terra e, depois de colherem sete mandrágoras, animaram as raízes até que se convertessem em homens (Doutrina Secreta, II, 30, ed. Inglesa). Dados dispersos no Glossário Teosófico informam que a planta se revela “especialmente eficaz na magia negra” (Doutrina Secreta, 11, 30) e, apesar do preparo de “bebidas ou filtros” ser o uso mais cotado entre os “vários fins ilícitos”, alguns ocultistas “da mão esquerda” chegariam a fazer homúnculos com ela.
    O nome hebraico para as mandrágoras (dudhaim) é formado pela mesma raiz de “amor”. Este é outro motivo para que, em algumas partes do Oriente Médio, esta planta ainda seja considerada como afrodisíaco capaz de excitar o amor e aumentar a fertilidade humana. O Glossário Teosófico fornece uma interpretação metafísica politicamente correta onde, “em linguagem cabalística”, dudhaim corresponde à união do “manas superior e inferior” ou da Alma e do Espírito, duas coisas “unidas em amor e amizade (dodim)”. Mas a intenção que personagens bíblicas tiveram ao consumir a planta foi bem diferente. Em Gênese 30:14-15, Raquel, esposa de Jacó, negocia a oportunidade de usufruir os direitos conjugais de seu marido por uma noite com sua irmã Lia, em troca de alguns frutos de mandrágoras. Desta relação conturbada nasceu Issacar. Também, numa cena de romântico erotismo do Cântico dos Cânticos, a amada afirma a reciprocidade de seu amor levando seu amante para pernoitar no campo onde “as mandrágoras exalam seu perfume” (Cântico 7:14). A tradição colocou este fruto em relação com o nascimento de José.
    Vem, meu amado, vamos ao campo,
    pernoitemos sob os cedros; madruguemos pelas vinhas,
    vejamos se a vinha floresce, se os botões estão se abrindo,
    se as romeiras vão florindo: lá te darei meu amor…
    As mandrágoras exalam seu perfume;
    À nossa porta há de todos os frutos:
    Frutos novos, frutos secos,
    que eu tinha guardado,meu amado, para ti.
    Cântico dos Cânticos, 7:12-14.
    Nos tempos de Cristo, a comprida raiz castanha da mandrágora era usada como anestésico nas operações. Platão cita o preparo da mandrágora como fármaco entorpecente ao descrever um motim. “Algumas vezes”, quando marinheiros disputam pela influência, tendo em vista o favor do dono do navio, “se não são eles que o convencem, mas sim outros, matam-nos, a esses, ou atiram-nos pela borda fora; reduzem a impotência o verdadeiro dono com a mandrágora, a embriaguez ou qualquer outro meio” (A República, 488c). Com o tempo, as receitas foram se tornando cada vez mais insólitas. Dizia-se, por exemplo, que a colheita da mandrágora exigia providências profiláticas, pois a planta não devia ser tocada. A raiz era arrancada em noite de luar, com uma corda atada a um cachorro preto, após um ritual e orações. Segundo a crença, se colhida sem essas precauções, a mandrágora soltava um grito terrível, capaz de matar ou enlouquecer quem o ouvisse. Se obtida à maneira ritual, contudo, a raiz possuía poderes mágicos e servia para tomar fecundas as mulheres estéreis.
    A Mandrágora já foi considerada como uma cura para a loucura e uma droga exorcisante por se pensar que os demônios não toleravam o seu cheiro. Outrora, as verrugas eram esfregadas com uma batata, que a seguir tinha de ser deitada fora. Então, à medida que o tubérculo apodrecia, acontecia o mesmo com a verruga! O Glossário Teosófico diz-nos que os antigos germanos veneravam ídolos fabricados com a raiz de mandrágora. “Daí seu nome de alrunes, derivado da palavra alemã Alraune (mandrágora). Aqueles que possuíam em sua casa uma dessas figurinhas, acreditavam-se felizes, pois elas velavam pela casa e por seus moradores, preservando-os de todo mal, e prediziam o futuro, emitindo certos sons ou vozes. O possuidor de uma mandrágora, além disso, obtinha bens e riquezas, através de sua influência”.
    Na literatura clássica, Shakespeare fala de seus arrepiantes chiados enquanto Maquiavel aponta para os engodos de charlatões que propagam suas virtudes maravilhosas na peça A Mandrágora. Observação mais que providencial, visto que quando a humilde batata chegou

    Lorena 3 Junho, 2009 11:34