As Palavras do Senhor

Não é Estranho Que Os Evangelhos Sejam A única Fonte De Informação Que Temos Sobre Jesus?

“Mas como deveremos perdoar a negligência indiferente do mundo pagão e filosófico que foram apresentadas, não para seu julgamento mas para os seus sentidos? Durante a época de Cristo e seus apóstolos, e dos seus primeiros discípulos, a doutrina que eles professavam era confirmada por inúmeros prodígios. Os coxos caminhavam, os cegos viam, os doentes eram curados, os mortos ressuscitavam, demónios eram esconjurados e as leis da Natureza eram frequentemente suspensas em benefício da igreja. Mas os sábios de Roma e da Grécia desinteressaram-se deste horrível espetáculo e, prosseguindo as suas ocupações normais da vida e do estudo, pareciam inconscientes de quaisquer alterações na moral e no governo material do mundo. Sob o reinado de Tibério, o mundo inteiro, ou pelo menos a celebrada província do Império Romano, estava envolvido na obscuridão sobrenatural. Mesmo este evento miraculoso, que deve ter apelado à curiosidade e devoção da humanidade, passou sem grande notícia numa época de ciência e de história. Aconteceu durante a vida de Séneca e de Plínio o Velho, que devem ter experienciado os efeitos imediatos ou recebido a informação mais privilegiada do prodígio. Qualquer um destes filósofos recolheu detalhadamente os fenómenos da natureza, tremores de terra, cometas e eclipses que a curiosidade infatigável pode recolher. Quer um quer outro omitiram uma menção ao maior fenómeno que algum mortal testemunhou desde a criação do globo.”
Esse fragmento é encontrado no capitulo XV e último paragráfo do volume I do livrro”A História do declínio e queda do império Romano” (The History of the Decline and Fall of the Roman Empire) escrito por Edward Gibbon em 1776, nele o autor usa da ironia para mostrar que não há evidência histórica que sustentem que os acontecimentos relatados no novo testamento após a ressureição de Jesus, tenham verdadeiramente acontecido. Não é estranho que os evângelhos sejam a única fonte de informação que temos sobre Jesus? Por que qual motivo um homem de tamanha importância para a humanidade não foi citado por nenhum conteporâneo seu?

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Comments to Não é Estranho Que Os Evangelhos Sejam A única Fonte De Informação Que Temos Sobre Jesus?

  • E ainda eles são contraditórios.Não existem relatos sérios que confirmem a existência de Jesus.Os evangélicos não se preocupam com a pesquisa, a ciência e a investigação.Preferem acreditar sem contestar.O contestamento é a chave de tudo.Sem ele, a nossa sociedade já estaria sucumbida…
    Abraços do David!

    David, o libertário! 21 Maio, 2009 17:51
  • leia a bíblia.Procure uma igreja e abra seus olhos para a verdade que é a palavra de Jesus.Nosso tempo de vida aqui na terra ja é pequeno, então não feche os olhos para a verdade.As pessoas sempre buscam alguma coisa para contestar a bíblia e os ensinamentos de Jesus mas jamais encontraram e encontrarão algo que desminta tudo que fez e deixou escrito na bíblia por meio dos homens inspirados por Deus que a escreveram.BEM-AVENTURADOS OS QUE NÃO VIRAM, MAS CRERAM -João 20:29

    Henrique N 21 Maio, 2009 17:51
  • negocio e o seguinte todas escritas pela são consideradas pela maioria pq são coisas que aconteceram e ainda acontece hoje em dia, por exemplo quando jesus veio na terra ele desceu la no oriente medio, mas eles não acreditaram nele, por isso o povo la sofre com tanta morte e sangue. E nenhum homem e capaz de prever o que esta escrito na biblia, por isso esse autores leem a blibia primeiro depois ficam querendo se aparecer blz…………..

    jonh 21 Maio, 2009 17:51
  • Os evangelhos não são os únicos documentos que citam Jesus. As obras do historiador Flávio Josefo, contemporâneo do cristianismo primitivo, e alguns documentos romanos e do Oriente Médio também mencionam vagamente a seita do rabino Yehoshua bar Yusef, romanizado como Jesus o Cristo.

    Jigsaw 21 Maio, 2009 17:51
  • Acredito que todos podemos ser fontes de informações de Jesus, todos que conheçam a Palavra…
    ^^
    Abraço

    Murilo GM 21 Maio, 2009 17:51
  • É muito estranho mesmo…

    kitalamy 21 Maio, 2009 17:51
  • nem li… ta eh doido hueaihea…
    eh.. preguiça mesmo idai ?
    TO POWER !

    Rafael Cronos 21 Maio, 2009 17:51
  • Essa é sua única fonte????

    tempo de mudanças 21 Maio, 2009 17:51
  • muito longo…… foi mal.

    XYZ 21 Maio, 2009 17:51
  • muito longo……. foi mal.

    ? ?J????Ør?? 21 Maio, 2009 17:51
  • Não, não é estranho. As informações e possíveis registros sobre a origem verdadeira de Jesus e seu curto período de vida devem ter levado o mesmo destino de outros registros, de milhares de scrolls ou rolos, como os do Mar Morto, e da Biblioteca de Alexandria que tiveram destruição sistemática, queimados, ou borrados e reescritos (palimpsestos).
    Mas vc também deve pensar que a Província da Judéia, onde ocorreram os fatos da vida de Jesus, era uma província pobre, de tribos analfabetas, sem pluma, tinta, papiro, pergaminho ou papel. Não havia escribas locais, os últimos foram os de Alexandre Magno quando de sua conquista, aqueles que reuniram os originais perdidos de onde os setenta sábios de Alexandria redigiriam a LXX-Septuaginta, durante mais de duzentos anos (séculos III a I AC).
    E a Septuaginta, escrita em idioma grego, por sua vez foi alterada muitas vezes até ser traduzida para o latim pelo genial Jerônimo, que redigiu os quatro evangelhos comparáveis mas diferenciados para dar-lhes maior credibilidade. Deu certo. O simples truque de Jerônimo criaria a maior e mais poderosa organização religiosa, política e econômica da história da humanidade em todos os tempos: a Igreja Católica Apostólica Romana, a que sabe das coisas.

    Carlox Amorinus 21 Maio, 2009 17:51
  • No seu raciocínio considere alguns fatores importantes:
    1) A vida pública de Jesus, teve a duração de apenas 3 anos;
    2) A autoridade local, tanto os romanos como os próprios judeus do sinédrio, não tinham o menor interesse, em admitir que Jesus era o Messias prometido, tanto que o próprio evangelho de Mateus (28) diz que os soldados que guardavam a sepultura de Jesus, receberam importante soma de dinheiro para dizer que os discípulos haviam levado seu corpo.
    3) O caráter da pregação de Jesus, não era político ou filosófico mas simplesmente de cunho religioso, o que certamente, não provocava o interesse de nenhum pensador da época.
    Os “Apoftegemas dos padres do deserto” escrito por volta do século III pode não ser tão contemporâneo a Jesus, mas com certeza, considerando-se os quase 2 000 anos de seu nascimento, é sem dúvida algo a ser considerado.

    Silvio Biker 21 Maio, 2009 17:51

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