As Palavras do Senhor

Por Que Dizem Que Jesus é Um Mito Se Existem EvidÊncias Da Sua RessurreiÇÃo?

Existe um LIVRO que trata do assunto.
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AS EVIDÊNCIAS DA RESSURREIÇÃO DE CRISTO, de Josh McDowell
Os fatos históricos comprovam a ressurreição de Cristo.
Se Jesus não ressuscitou dentre os mortos a fé cristã é morta.
Como se estivéssemos em grande tribunal, Josh McDowell faz desfilar diante de nós as provas da ressurreição de Jesus Cristo e nos dá uma preciosa oportunidade para formularmos nossa própria conclusão.
Um livro polêmico e vibrante, que focaliza, critica e esclarece todas as objeções e dúvidas sobre este assunto, que é de maior importância e de permanente atualidade: o túmulo vazio!
A ressurreição pode ser provada claramente, sem deixar alguma dúvida?


Comments to Por Que Dizem Que Jesus é Um Mito Se Existem EvidÊncias Da Sua RessurreiÇÃo?

  • pq tem pessoas q n quer acreditar

    Anónimo 17 Maio, 2009 17:31
  • Tá, e que provas são essas? Não seria o santo sudário, não é…? Muitos alegam que o Sudário consiste em uma falsificação medieval; outros atribuem a formação da imagem às reações químicas e outros processos naturais. Uma pesquisa de 2008 na unidade de aceleração de carbono reativo da Universidade de Oxford propõe uma revisão da data a que se atribui à criação do manto de 1390 para 1260, o que levou seu diretor Gordan Ramsey a convocar a comunidade científica a novas comprovações sobre autenticidade do Sudário. “Com as medidas do ensaio de carbono reativo e com todas as outras evidências que se possui a respeito do Sudário, ainda existem conflitos de interpretação de diferentes fontes” disse Gordan ao noticiário da BBC em 2008, após a publicação dos novos resultados. Apesar de manter uma mente aberta quanto ao tema, Ramsey enfatizou que ficaria surpreso se sobre os ensaios de 1988 fosse comprovado um erro de dez séculos.
    porém, se forem outras provas…então, apresente-as.

    K_Kitty 17 Maio, 2009 17:31
  • Mande o link para meu e-mail.
    Agora respondendo a sua pergunta.O ser humano ao levar o primeiro tombo descobre que o chão é duro.Então ele percebe que pode apalpar tudo,pois toda matéria é tangível.Por viver em um mundo de Matéria física ele não acredita na matéria sutil(felismente muitos acreditam).
    O que eles não sabem é que a matéria se apresenta em inumeras formas.Existe aquela que a ciência sabe através de experimentos e aquela que eles não consegue detectar pois não produziram ainda aparelhos que possam detectar tais formas de matéria.Assim ele só da enfase à aquilo que ele vê.Vou parar por aqui.

    em busca da verdade 17 Maio, 2009 17:31
  • Pelo que eu sei ninguém suspeita da existência de Jesus mas quanto a história atribuída a suas palavras que foram escritas pelos apóstolos e não por ele….e duvidam sobre a religião que foi criada baseada na Bíblia…eu sou católico…só estou expondo o que as pessoas duvidam

    Marcos 17 Maio, 2009 17:31
  • Bem isso depende do ponto de vista das pessoas, mas acho que nao pode a haver indicios que comprovem isso, a nao ser que a propria mae de jesus tenha relatado o que viu ou outra pessoa que presenciou isso.
    Mas apesar de ser Ateia, acredito que ele acordou da morte, pois muitos casos parecidos se relatam hoje em dia.
    bjo

    Patricia S 17 Maio, 2009 17:31
  • Não há evidencias historicas sobre a ressureição de cristo em nenhum livro de história moderna sério, o q há são suposições e pensamentos ligados a fé q nada dizem.
    Hoje é impossível provar q cristo ressucitou ou ficou apodrecendo na tumba como a maioria dos seres humanos comuns.

    jailsonk 17 Maio, 2009 17:31
  • Um túmulo vazio que virou uma lenda comprova uma ressurreição? Vou pesquisar mas deve ser mais um livro pra fazer propaganda pra religião. Bjus.

    Rijane 17 Maio, 2009 17:31
  • Vc quer que um livro escrito por um conhecido apologista do cristianismo seja levado a sério como comprovação de alguma coisa?

    Louis Cypher 17 Maio, 2009 17:31
  • Você é louco, ou ingênuo, ou muito mentiroso.
    Mostre essas tais evidências!…

    Alfredo Bernacchi 17 Maio, 2009 17:31
  • pq tem muita gente q prefere acreditar em coisas mais sólidas e menos verdadeiras.Fazer oq né?!

    jamyla 17 Maio, 2009 17:31
  • Por que a maior parte da sociedade, quer viver sem princípios morais.

    N Vencedor 17 Maio, 2009 17:31
  • evidencia? eita, em que mundo você vive?

    Fabio J 17 Maio, 2009 17:31
  • Jesus existiu? (nova edição, revista e ampliada)
    Jesus não pode ser considerado um personagem histórico, é muito pouco provável que tenha existido.
    Tanto que a igreja primitiva teve que falsificar a obra de Flavio Josefo (escritor judeu cujas obras “A Guerra
    dos Judeus” e “Antiguidades Judaicas” referem-se ao período em que Jesus teria vivido).
    Foi acrescentado, pelos copistas da igreja, um trecho onde Flavio Josefo declara que “Foi naquele tempo … que apareceu Jesus, homen sábio, se é que falando dele, podemos usar este termo – homem. Pois ele fez coisas maravilhosas … Foi ele o
    Messias esperado.”
    Orígenes de Alexandria(185 – 253) considerado um dos “pais da igreja” escreveu o “Contra Celso” (por volta de 248), em que combate os escritos de Celso, escritor romano que criticava muito os cristãos (a igreja, quando tomou o poder, destruiu todas as obras de Celso).
    Nesta obra, Orígines censura Flavio Josefo por não reconhecer Jesus como o Messias. Então, nesta época, não havia essa referência a Jesus na obra de Flavio Josefo.
    No século IV (por volta de 317), Eusébio escreveu a História Eclesiástica, onde ele faz referência ao trecho que foi acrescentado na obra de Flávio Josefo.
    Então, a interrpolação se deu entre os anos de 248 e 317.
    Outro escritor judaico, da mesma época, Filon de Alexandria (30 AC – 54 DC), apresentou idéias que foram utilizadas pelo cristianismo. Engels o classificou como “pai do cristianismo”. Apesar da semelhança entre suas idéias e as atribuídas a Jesus, Filon nada fala de Cristo ou dos cristãos!
    Justo de Tiberíades (século I) escreveu Crônica dos Reis Judeus (de Moisés a Agripa II). Também, nada fala sobre Jesus.
    Sêneca (4 AC – 65 DC), filósofo estóico, de quem o cristianismo aproveitou muitas idéias, não faz alusão a Jesus ou aos cristãos.
    A aparência de Jesus que vemos, hoje em dia, foi criada na Renascensa, de modo a torná-lo atraente, segundo os padrões de beleza da época.
    Quanto à aparência de um judeu, no século I, dê uma olhada no meu avatar.
    Os links abaixo mostram o que a medicina forense tem a dizer a respeito.
    Why do we think Christ was white?http://news.bbc.co.uk/1/hi/uk/1244037.st
    Real Face Of Jesus: December 2002 Cover Storyhttp://www.popularmechanics.com/science/…
    Foi capa da Veja:
    A última face de Cristo
    Técnica de reconstituição facial põe em
    xeque imagem clássica do rosto de Jesus http://veja.abril.com.br/040401/p_064.ht

    Irapoan 17 Maio, 2009 17:31
  • JESUS CRISTO NUNCA EXISTIU
    Os pesquisadores que se dedicaram ao estudo das origens do cristianismo, sabem que desde o Século II de nossa era, tem sido posta em dúvida a existência de Cristo. Muitos até mesmo entre os cristãos, procuram provas históricas e materiais para fundamentar sua crença. Infelizmente para eles e sua fé, tal fundamento jamais foi conseguido, porquanto, a história cientificamente elaborada denota que a existência de Jesus é real apenas nos escritos e testemunhas daqueles que tiveram interesse religioso e material em prová-la.
    Desse modo, a existência, a vida e a obra de Jesus carecem de provas indiscutíveis. Nem mesmo os Evangelhos constituem documento irretorquível.
    As bibliotecas e museus guardam escritos e documentos de autores que teriam sido contemporâneos de Jesus os quais não fazem qualquer referência ao mesmo Por outro lado, a ciência histórica tem-se recusado a dar crédito aos documentos oferecidos pela Igreja, com intenção de provar-lhe a existência física. Ocorre que tais documentos, originariamente não mencionavam sequer o nome de Jesus, todavia, foram falsificados, rasurados e adulterados visando suprir a ausência de documentação verdadeira.
    Por outro lado, muito do que foi escrito para provar a inexistência de Jesus Cristo foi destruído pela Igreja, defensivamente. Assim é que por falta de documentos verdadeiros e indiscutíveis, a existência de Jesus tem sido posta em dúvida desde os primeiros séculos desta era, apesar de ter a Igreja tentado destruir a tudo e a todos os que tiveram coragem ousaram contestar os seus pontos de vista os seus dogmas.
    Por tudo isso é que o Papa Pio XII em 955, falando para um Congresso Internacional de História em Roma, disse: “Para os cristãos, o problema da existência de Jesus Cristo concerne à fé, e não à história”.
    Emílio Bossi em seu livro intitulado “Jesus Cristo Nunca Existiu”, compara Jesus Cristo a Sócrates que igualmente nada deixou escrito. No entanto, faz ver que Sócrates só ensinou o que é natural e racial, ao passo que Jesus ter-se-ia apenas preocupado com o sobrenatural. Sócrates teve como discípulos pessoas naturais, de existência comprovada, cujos escritos, produção cultural e filosófica passaram à história como Platão, Xenófanes, Euclides, Esquino, Fédon. Enquanto isso, Jesus teria por discípulos alguns homens analfabetos como ele próprio te-lo-ia sido, os quais apenas repetiriam os velhos conceitos e preconceitos talmúdicos.
    Sócrates que viveu 5 séculos antes de Cristo e nada escreveu, jamais a sua existência foi posta em dúvida. Jesus Cristo que teria vivido tanto tempo depois, mesmo nada tendo escrito, poderia apesar disso ter deixado provas de sua existência. Todavia, nada tem sido encontrado que mereça fé. Seus discípulos nada escreveram. Os historiadores, não lhe fizeram qualquer alusão.
    Além disso, sabemos que desde o Século II, os judeus ortodoxos e muitos homens cultos começaram a contestar a veracidade de existência de tal ser, sob qualquer aspecto, humano ou divino. Estavam assim os homens divididos em duas posições: a dos que afirmado a realidade de sua existência, divindade e propósitos de salvação, perseguiam e matavam impiedosamente aos partidários da posição contrária, ou seja, àqueles cultos e audaciosos que tiveram a coragem de contestá-los.
    O imenso poder do Vaticano tornou a libertação do homem da tutela religiosa, difícil e lenta. O liberalismo que surgiu nos últimos séculos, contribuiu para que homens cultos e desejosos de esclarecer a verdade tentassem, com bastante êxito, mostrar a mistificação que tem sido a base de todas as religiões, inclusive do cristianismo. Surgiram também alguns escritos elucidativos, que por sorte haviam escapado à caça e à queima em praça pública. Fatos e descobertas desta natureza contribuíram decisivamente para que o mundo de hoje tenha uma concepção científica e prática de tudo que o rodeia, bem como de si próprio, de sua vida, direitos e obrigações.
    A sociedade atualmente pode estabelecer os seus padrões de vida e moral, e os seus membros podem observá-los e respeitá-los por si mesmos, pelo respeito ao próximo e não pelo temor que lhes incute a religião.
    Contudo, é lamentavelmente certo que muitos ainda se conservam subjugados pelo espírito de religiosidade, presos a tabus caducos e inaceitáveis
    Jesus Cristo foi apenas urna entidade ideal, criada para fazer cumprir as escrituras, visando dar seqüência ao judaísmo em face da diáspora, destruição do templo e de Jerusalém. Teria sido um arranjo feito em defesa do judaísmo que então morria, surgindo uma nova crença.
    Ultimamente, têm-se evidenciado as adulterações e falsificações documentárias praticadas pela Igreja, com o intuito de provar a existência real de Cristo. Modernos métodos como, por exemplo, o método comparativo de Heqel a grafotécnica e muitos outros, denunciaram a má fé dos que implantaram o cristianismo sobre falsas bases com uma doutrina tomada por empréstimos de outros mais vivos e inteligentes do que eles, assim como denunciaram os meios fraudulentos de que se valeram para provar a existência do inexistente.
    É de se supor que após a fuga da Ásia Central, com o tempo os judeus foram abandonando o velho espírito semita, para irem-se adaptando às crenças religiosas dos diversos. povos que já viviam na Ásia Menor. Após haverem passado por longo período de cativeiro no Egito, e posteriormente, por duas vezes na Babilônia, não estranhamos que tenham introduzido no seu judaísmo primitivo, as bases das crenças dos povos com os quais conviveram.
    Sendo um dos povos mais atrasados de então e na qualidade de cativos, por onde passaram, salvo exceções, sua convivência e ligações seria sempre com a gente inculta, primária e humilde. Assim é que em vez de aprenderem ciências como astronomia, matemática, sua impressionante legislação, aprenderam as superstições do homem inculto e vulgar.
    Quando cativos na Babilônia, os sacerdotes judeus que constituíram a nata, o escol do seu meio social, nas horas vagas iriam copiando o folclore e tudo o que achassem de mais interessante em matéria de costumes e crenças religiosas, do que resultaria mais tarde compendiarem tudo em um só livro, o qual recebeu o nome de Talmud, o livro do saber, do conhecimento, da aprendizagem.
    Por uma série de circunstâncias, o judeu foi deixando, aos poucos, a atividade de pastor, agricultor e mesmo de artífice, passando a dedicar-se ao comércio.
    A atividade comercial do judeu teve início quando levados cativos para a Babilônia, por Nabucodonosor, e intensificou-se com o decorrer do tempo, e ainda mais com a perseguição que lhe moveria o próprio cristianismo, a partir do século IV. Daí em diante, a preocupação principal do povo judeu foi extinguir de seu meio o analfabetismo, visando com isso o êxito de seus negócios. Deve-se a este fato ter sido o judeu, o primeiro povo no meio do qual não haveria nenhum analfabeto.
    Destarte, chegando à Roma e à Alexandria, encontrariam ali apenas a prática de uma religião de tradição oral, portanto, terreno propício para a introdução de novas superstições religiosas. Dessa conjuntura é que nasceram o cristianismo, o máximo de mistificação religiosa de que se mostrou capaz a mente humana.
    O judeu da diáspora conseguiu o seu objetivo. Com sua grande habilidade, em pouco tempo o cristianismo caiu no gosto popular, penetrando na casa do escravo e de seu senhor, invadindo inclusive os palácios imperiais.
    Crestus, o Messias dos essênios, pelo qual parece terem optado os judeus para a criação do cristianismo, daria origem ao nome de Cristo, cristão e cristianismo.
    Os essênios haviam-se estabelecido numa instituição comunal, em que os bens pessoais eram repartidos igualmente para todos e as necessidades de cada um tornavam-se responsabilidade de todos.
    Tal ideal de vida conquistaria, como realmente aconteceu, ao escravo, a plebe, enfim. a gente humilde.
    Daí, a expansão do cristianismo que, nada tendo de concreto, positivo e provável, assumiu as proporções de que todos temos conhecimento. Não tendo ficado restrita à classe inculta e pobre, como seria de se pensar, começou a ganhar adeptos entre os aristocratas e bem nascidos.
    De tudo o que dissemos, depreende-se que o cristianismo foi uma religião criada pelos judeus, antes de tudo como meio de sobrevivência e enriquecimento.
    Tudo foi feito e organizado de modo a que o homem se tornasse um instrumento dócil e fácil de manejar, pelas mãos hábeis daqueles aos quais aproveita a religião como fonte de rendimentos.
    Métodos modernos, como por exemplo o método comparativo de Hegel, a grafotécnica, o uso dos isótopos radioativos e radiocarbônicos, denunciaram a má fé daqueles que implantaram o cristianismo, falsificando escritos e documentos na vã tentativa de provar o que lhe era proveitoso. Por meios escusos tais como os citados, a Igreja tornou-se a potência financeira em que hoje se constitui.
    Finalmente, desde o momento em que surgiu a religião, com ela veio o sacerdote que é uma constante em todos os cultos, ainda que recebam nomes diversos. A figura do sacerdote encarregado do culto divino, tem tido sempre a preocupação primordial de atemorizar o espírito dos povos, apresentando-lhes um Deus onipotente, onipresente e, sobretudo, vingativo que a uns premia com o paraíso e a outros castiga com o inferno de fogo eterno, conforme sejam boas os más suas ações.
    No cristianismo, encontraremos sempre o sacerdote afirmando ter o homem uma alma imortal, a qual responderá após a morte do corpo, diante de Deus, pelas ações praticadas em vida.
    Como se tudo não bastasse, o paraíso, o purgatório dos católicos e o inferno, há ainda que considerar a admissão do pecad

    jucivald 17 Maio, 2009 17:31