Se no livro aos Hebreus 9:28 claramente diz: Assim também Cristo, oferecendo-se uma vez, para tirar os pecados de muitos, aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que o esperam para a salvação.
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catolicos fazem na missa oq Jesus mandou fazer,Se vc ja leu a biblia deveria saber oq Jesus disse;
TOMAI TODOS E COMEI ESTE É O MEU CORPO Q SERA ENTREGUE POR VOS,FAZEI ISTO EM MEMORIA DE MIM.
FAZEI ISTO EM MEMORIA DE MIM.
Você deveria ler sobre a doutrina católica antes de perguntar, amigo… O sacrifício não é contínuo, acontece várias vezes… O sacrifício, segunda a IC, é perfeito e eterno.. sendo eterno o que fazemos é um Memorial (ou seja, trazer de volta um fato ocorrido uma vez, porém válido para sempre), entendeu?
Abraços
Bom dia.
Sou ex-IASD e uma coisa que me ensinaram é o “Está escrito”.
Hebreus é uma carta anônima e o verso citado contradiz o que há de mais sagrado para mim: “O amor do CRIADOR me constrange”.
Em João 3:16 vejo o amor que o Pai te por mim ao enviar seu Filho.
Não vejo alguém levantar o dedo e dizer:”Eu vou”.
O conceito do nosso Elohim está por demais ofuscado por tradições.
Os evangélicos cismam em fazer as coisas e, a maioria delas, vem da ICAR.
O Messias estava comemorando a páscoa, estavam comendo o cordeiro pascal, por isso uma nova simbologia.
Ele é o “cordeiro” do Altíssimo mas a pascoa não deve ser mudada pois é um pacto eterno.
“Este é o meu corpo……meu sangue”.
Um sacrifício de uma vez por todas as nossas faltas.
Basta que o aceitemos como o nosso cordeiro que o Pai nos concedeu.
Nos comemos duas ou três vezes por dia e não tomamos pão ou vinho e fazemos uma “santa ceia”.
A ICAR o faz somente nas suas igrejas, todos os dias.
Outras religiões o fazem uma vez por mês.
Outras três ou quatro vezes por ano.
O que está escrito é que o Messias estava comemorando a páscoa quando deu significado ao pão e ao vinho.
Logo quando se fosse comemorar a páscoa deveriam se lembrar disso.
Eu só vi isso escrito.
Se alguém alguma passagem que contradiga poste para mim.
(gimrode10).
Páscoa (não a católica) é uma vez por ano, do 14 para o 15 dia de Abib/Nissan ao entardecer. Está escrito.
Fique na paz.
Gilberto
E por que vocês evangélicos não deixam as outras religiões em paz? Vocês não tem educação e senso de inconveniência.
Não tem jeito, a igreja católica sempre foi e sempre será a maior, é a pioneira. Imagine um mundo de evangélicos? Todos igualmente limitados. Seria um pé no saco.
Engraçado você! Quando você não tem argumentos para falar, inventa qualquer mentira! Só pode ser para se auto enganar! Qualquer criança sabe que a sua pergunta é mentirosa.
Quem inventa mentiras é satanás e seus discípulos.http://www.veritatis.com.br/article/83
O único e suficiente sacrifício de Cristo na Cruz é tornado novamente presente sobre o altar da igreja, em cada Missa validamente celebrada
Dissemos que Nosso Senhor Jesus Cristo ofereceu um único e suficiente sacrifício, pelo qual fomos libertos do domínio da morte, remidos de nossos pecados e transladados para uma nova economia, onde Deus e o homem celebram uma Aliança. A Cruz é o sinal dessa Aliança. Nela, verdadeiro altar, Cristo, vítima e sacerdote, ofereceu-se, uma única vez, para recuperar para a nós a amizade divina.
Esse, inclusive, é o argumento dos protestantes, ao negarem o caráter sacrificial da Santa Missa. Não entendem eles o que estamos a explicitar nesse breve tratado. Dizem que, se Jesus ofereceu um único sacrifício, não é preciso que se ofereça novamente em cada Missa. Ora, com isso concordamos plenamente!
A Missa é sacrifício. Entretanto, não é um novo sacrifício. O que Jesus ofereceu, pregado no Calvário, foi suficiente para nos merecer, de Deus, a graça que nos é imputada pelo Espírito Santo através da fé; e, porque suficiente, único.
Por causa disso, em cada Santa Missa que é celebrada, não estamos oferecendo Cristo de novo. Tampouco, segundo a ótica e a teologia protestantes, estamos diante apenas de uma Ceia do Senhor (esse é apenas um dos aspectos da Missa). A Missa é o mesmo, único, eterno e suficiente sacrifício de Nosso Senhor Jesus Cristo, oferecido por Ele mesmo na Cruz, que tornou o altar, onde, ao mesmo tempo vítima e sacerdote, morreu por nossos pecados, dando-nos a libertação.
A ordem de Cristo aos apóstolos na última ceia, vimos, foi de que eles fizessem isso ? a Missa ? em sua memória. O termo utilizado pelos evangelistas, e que traduzimos por “memória” é anamnese. Tal palavra não é uma simples memória (mnemone), mas um “recordar, tornar presente”. Na Missa, fazemos memória do sacrifício de Cristo, tornando-o presente. Se a última ceia, foi uma antecipação do sacrifício, a Missa é a sua perpetuação.
“O sacrifício da Missa é o verdadeiro e o próprio sacrifício da Nova Lei, no qual Cristo é oferecido sob as espécies de pão e vinho pelo sacerdote sobre o altar, em memória e renovação do sacrifício do Calvário.” (DEL GRECO, Pe. Teodoro da Torre. “Teologia Moral”, Edições Paulinas, São Paulo, 1959; p. 536)
Não só uma ceia, mas um autêntico sacrifício. “A Missa é ao mesmo tempo e inseparavelmente o memorial sacrificial no qual se perpetua o sacrifício da Cruz, e o banquete sagrado da comunhão ao Corpo e ao Sangue do Senhor.” (Cat. 1382)
Quantas vezes, não nos perguntamos o que faríamos se pudéssemos estar aos pés de Cristo na Cruz? Questionamos, tantas e tantas vezes, qual seria a nossa atitude, ao ver Deus morrer por nossas transgressões, e ser pisado e machucado, tal qual o cântico do Servo Sofredor (cf. Is 53). Ora, é exatamente isso, a Cruz, que acontece diante de nós, em cada Missa celebrada!! Não se trata de um símbolo, de um sinal, de uma representação do sacrifício, por mais que tudo isso seja piedoso e santo. Não! É o próprio sacrifício, tornado novamente presente. Se aquele foi oferecido de maneira cruenta, com derramamento de Sangue, sua renovação é feita de forma incruenta, eis que o Sangue nos é dado para que comunguemos dele e participemos, de forma efetiva das realidades celestes.
Creem no contínuo sacrifício? Bem, eles celebram o sacrifício, a morte e a ressureição de Jesus Cristo na missa, que é a sua maneira de relembrar tudo que o Cristo passou, que não deve ser esquecido e serve também para animar a sua fé…
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Tem usuário ai que sempre inicia sua resposta com uma ou duas frases ofensivas e em seguida “escreve um livro” para tentar refutar o irrefutavel.
A questão e simples de explicar: o dogma católico da transubstanciação
encerra o principio de que o pão se transforma em carne e o vinho em sangue. Literalmente. Logo, sugere a morte de Jesus, toda a vez que se realiza o ritual. O que caracteriza o sacrifício continuo.
A Palavra de Deus ensina diferente: “Fazei isto em MEMÓRIA de mim” Lc 22:19c
PORQUE JESUS É O MESMO ONTEM, HOJE E SEMPRE. ELE DEU SUA VIDA PRA NOS SALVAR NO PASSADO?? NÃO, ELE NOS SALVA EM CADA MISSA, RELEMBRAMOS ISSO EM CADA MISSA, E ESSA MEMÓRIA O FAZ PRESENTE.
SEU CORPO E SEU SANGUE NOS É DADO, E COMEMOS E BEBEMOS DELE VERDADEIRAMENTE.
Na missa é celebrada a Eucaristia,e o sacrificio de Cristo se tornou eterno pela Eucaristia.É a Eucaristia que perpetua o sacrificio de Cristo na cruz.
Para mim isso parece mais um ato simbólico, não quer dizer que a cada missa eles estejam celebrando um novo sacrifício de Jesus.
Acho melhor você se informar um pouco mais a respeito da religião católica.
” Tomai e comei, esse é meu corpo e meu sangue. Que SERÁ derramado por vós e por todos para a remissão dos pecados. FAZEI ISSO EM MEMÓRIA DE MIM”.
O bplhc respondeu e eu concordo.
E o q tem haver esta passagem bíblica com o sacrificio eucaristico ??
Vc não entendeu nada ou então está de má-fé.
Deus não existe