As Palavras do Senhor

Que Contribuição A Religião Pode Dar Na Luta Pela Justiça E Paz?

Essa é a grande dúvida que me atormenta, a mais de 2 mil anos que existem religião no ocidente e a vida continua sendo a mesma, Exploração do homem pelo homem. Ninguém se importa com OS MILHÕES QUE MORREM DE FOME NA AFRICA. Fácil é FALAR, o dificil e alguém sair do conforto do seu LAR E IR NA AFRICA TENTAR AMENIZAR O SOFRIMENTO DAQUELE POVO
OU SÓ PORQUE ELES TEM A COR NEGRA NA PELE NÃO MERECEM DE AJUDA DE SEREM SALVO (SEGUNDO SUA RELIGIÃO) essa é a minha grande DUVIDA


Comments to Que Contribuição A Religião Pode Dar Na Luta Pela Justiça E Paz?

  • A religião não é um “sujeito”, por isso não pratica ação nenhuma. Quem pode contribuir para a paz e a justiça no mundo, é o homem, pois ele sim, é sujeito dos seus atos. O homem deveras religioso, pode, deve e tem meios para, através de suas ações, contribuir para melhorar as condições do mundo onde habita. Mas me refiro ao religioso MESMO, não àquele que vai ao templo orar e acha que ao sair do templo, deixa Deus lá e pode fazer tudo que quiser, pois Deus não está vendo e,assim, não castiga. Esse é digno de pena. Paz e luz.

    João Bruska 17 Novembro, 2009 20:29
  • Enquanto o ser humano continuarem tal qual como são, a religião tão pouco ajudará, pois não é a religião o mal e sim o homem, pois insistem serem preconceituosos achando que a dele é a melhor, e com isso, nunca haverá a paz e justiça.
    Os homens religiosos vivem fazendo suas guerrinhas particulares, com seus julgamentos, e Deus não está nestes corações.
    Quando os homens tiverem a religiosidade no coração conforme pede o Cristo, a sim haverá a tal paz que tanto os homens almejam possuí-la.
    Quando todos colocarem a máxima maior do Cristo que é amar uns aos outros, não haverá as guerrinhas particulares e muito menos as guerras contra nações.
    Todos se respeitaram.
    Quando os homens entender o verdadeiro significado de religiosidade, ela dará a maior contribuição para a paz e justiça.
    Abraço.

    insinue 17 Novembro, 2009 20:29
  • Tentar ensinar como foi a vida de Jesus de Nazaré!
    Suas palavras, Seus ensinamentos, Seus atos…
    Se TODAS parassem de ensinar dogmas e disputar as pessoas fisicamente e não espiritualmente, já deixaríamos de ter a contenda entre aquilo que deveria gerar paz, e não confronto.
    Nós pertencemos todos a Deus, e não Deus pertence a todos, ou a esta ou aquela religião.
    A religião deveria bater na tecla de amar a Deus acima de todas as coisas, e ao próximo como a nós mesmos… Teríamos uma unificação espiritual, e assim como ajudamos a um parente quando esta em dificuldades, assim seríamos com as demais pessoas…Seríamos irmão de verdade, e não apenas da boca para fora.

    Edson P 17 Novembro, 2009 20:29
  • MATEUS 22
    36 Mestre, qual é o grande mandamento na lei?
    37 E Jesus disse-lhe: Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu pensamento.
    38 Este é o primeiro e grande mandamento.
    39 E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo.

    Persio 58 17 Novembro, 2009 20:29
  • È nós fazermos nossa parte! E não ficar só pedindo a DEUS parados… Ele faz a parte dele, e nós será que estamos fazendo a nossa! E de acordo com a vontade dele, agradar a DEUS é difícil, mais não é impossível se cada um tentar, veremos os resultados em nossas vidas. Bjkas
    Um abraço. MORENARJ

    MADEIRO 17 Novembro, 2009 20:29
  • As religiões no (geral) poderiam não permitir crianças em suas igrejas.

    Cheap Logo Design 17 Novembro, 2009 20:29
  • Temos que lutar contra Satanás!

    julyfrct 17 Novembro, 2009 20:29
  • Como podem as religiões contribuir para a construção da Paz? E que Paz estamos conceituando? Definitivamente não é apenas a ausência de guerras declaradas – quer seja entre gangs, grupos, regiões e/ou países. Há a guerra da fome, da miséria, da injustiça social, do analfabetismo, das grandes ignorâncias, maldosas, ruidosas, distorcendo ensinamentos e doutrinas para dar vazão à ganância e a raiva. A Paz, o bem estar, a tranqüilidade só são possíveis se incluir todos os seres com igualdade de direito à boa qualidade de vida.
    Como podem as religiões participar da construção de sociedades mais igualitárias e com capacidade de compreender e incluir todas as formas de vida? Como podem encorajar e desenvolver o respeito entre todos e incentivar os corações de ternura e amor a que proporcionem condições melhores para todos os co autores da vida na terra?
    O que é a construção da Paz? Quais são os alicerces da Paz? Será que as religiões fornecem o material básico para o fortalecimento desses alicerces de sustentação? Será que os religiosos vivenciam os ensinamentos que pregam?
    No passado as religiões eram as pontas de flecha das grandes transformações sociais. Com o correr dos anos algumas delas cresceram e se institucionalizaram de tal forma que parecem ter perdido seu propósito inicial de fazer o bem a todos os seres. Mas não foram as religiões que se transformaram. Não foram os ensinamentos e sim a ganância, a raiva e a ignorância que desviaram pessoas e grupos, fazendo-os esquecer a transcendência, o Iluminar e o Ser Iluminado.
    Vieram as críticas, as desconfianças, o abandono, o descaso pelas religiões estabelecidas e a procura por novas e “puras” fontes de conforto e claridade.
    Se as religiões aprenderem com a História da Humanidade poderão se redimir de seus erros do passado construindo uma linguagem de inclusão e respeito a diferentes tradições e expressões do Sagrado.
    A Paz é construída a cada momento com nossas vidas através de gestos, ações, frases, palavras, idéias e pensamentos. É a vivência da Paz. É a nossa ternura e o nosso cuidar dos próximos e dos distantes, do conhecido e do desconhecido. É nosso respeito ao outro. É nosso respeito e carinho a nós mesmos – vida cósmica.
    A Paz, em termos budistas, pode ser entendida como a Maravilhosa Mente de Nirvana. Mas, será que é possível um Nirvana pessoal e individual, independente do coletivo? Se o coletivo está doente e faminto, se o coletivo está em violência e tristeza, como pode o indivíduo – partícula do coletivo – estar separado do mesmo?
    Há pessoas que se referem a algumas pessoas como “religiosos engajados” em movimentos de transformação político-sociais. Entretanto, toda pessoa verdadeiramente religiosa está envolvida nos movimentos de transformação sócio-econômicos do mundo, porque faz parte do mundo, porque é uma partícula deste mundo que sofre e se debate em fome, em dor; que se alegra e ri em esperança e renascimento de fé.
    Será que existe alguma religião que não se proponha a amenizar o sofrimento do mundo e criar comunidades de seres responsáveis e ativos, que percebem como o todo inter age, como tudo está inter conectado?
    O que cada um de nós está fazendo para amenizar a fome no mundo?
    Isto é construir a Paz. O que cada um de nós está fazendo para melhor saneamento, melhores condições de saúde a todos os seres em todas as esferas de vida? O que cada um está fazendo para a preservação da natureza, das águas, das terras, dos ares, dos minerais, dos seres vivos? Que responsabilidade estamos tomando frente às dificuldades de milhões de seres humanos em se completarem, em serem felizes, verdadeiramente felizes?
    Quais valores estamos transmitindo às nossas crianças? ( Entendo por nossas crianças todas as crianças- ricas e pobres, animais, vegetais e minerais) A família é a Família da Vida. Esta a nossa verdadeira família. Inclui todos os humanos e por conseqüência todos os outros seres, visto que somos todos feitos de elementos não-eu, constantemente inter agindo, inter sendo.
    Como podem as religiões contribuir para a construção da Paz? Educando seres de paz, em paz, na paz. Renovando os valores éticos básicos de nosso pequeno mundo globalizado. Para tanto será necessário renovar a maneira de falar e de ser de seus praticantes. Foi-se o tempo de dizer que a “minha opção religiosa é a única e a melhor para todas as pessoas”. Há diferentes tradições, algumas antigas, outras mais recentes. Todas aquelas que se dirigem a dar melhores condições de vida à própria vida, sem criar barreiras separatistas, discriminatórias e de conflito, mas criando ambientes de harmonia e respeito devem ser consideradas como parceiros na construção de uma Cultura de Paz. Uma Cultura de Paz, de Não Violência Ativa, a ser vivenciada em cada relacionamento, nas escolas, nas artes, no trabalho, nas casas, nas ruas das grandes, médias e pequenas cidades, nas áreas rurais, nos mares, montanhas e nos céus.
    Podemos sim transformar os infernos de dores e sofrimentos nos paraísos de tranqüilidade e abundância dando um salto quântico no infinito e crendo no processo de desenvolvimento da própria vida.
    Unidas, as várias religiões e tradições religiosas poderão trabalhar para o bem comum procurando abrir a todos, de par em par, os portais sem portas do Caminho Correto.
    Para que trabalhem unidas, lado a lado, sem julgamentos de superioridade ou inferioridade nas suas opções e número de adeptos é preciso que seus líderes, seus dirigentes encontrem a flexibilidade e a humildade para se reverenciar ao Sagrado em cada ser e desenvolver a Grande Mente de Compaixão, Compreensão e Sabedoria. Só quando os seres humanos forem capazes de perceber sua posição cósmica de inter ação poderemos iniciar a caminhada pela Cultura da Paz. Esta caminhada já se iniciou para alguns, poucos ainda, que tateiam nas várias tentativas de encontrar os meios expedientes rápidos e benfazejos de apressar o processo de transformação para que todos se beneficiem. Para tanto não podem estar presos às suas tradições, conceitos e dogmas, mas livres através de suas tradições, conceitos e dogmas para a experimentação do Sagrado, que tudo une, tudo inclui, tudo abençoa, compreende e abrange.
    As religiões poderão participar ativamente da construção da Paz quando seus adeptos verdadeiramente se tornarem agentes de Paz.

    Margarid 17 Novembro, 2009 20:29