As Palavras do Senhor

Se Jesus Tem O Mesmo Poder Que Seu Pai, Então Como Explicar O Texto?

1 Coríntios 15:25-27 – Pois ele tem de reinar até que [Deus] lhe tenha posto todos os inimigos debaixo dos seus pés. 26 Como último inimigo, a morte há de ser reduzida a nada. 27 Pois [Deus] “lhe sujeitou todas as coisas debaixo dos pés. Mas, quando diz ‘todas as coisas foram sujeitas’, é evidente que se excetua aquele que lhe sujeitou todas coisas.
– Porque então Deus não foi sujeito, quando foi citado todas as coisas, e sim uma excessão desta sujeição?

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Comments to Se Jesus Tem O Mesmo Poder Que Seu Pai, Então Como Explicar O Texto?

  • Jesus não tem o mesmo poder que seu Pai.
    As Escrituras Hebraicas – Velho Testamento – deixam claro, de forma coerente, que só existe um único Deus Todo-poderoso, o Criador de todas as coisas e o Altíssimo, cujo nome é Jeová. (Gên 17:1; Is 45:18; Sal 83:18) Por esse motivo, Moisés podia dizer à nação de Israel: “Jeová, nosso Deus, é um só Jeová. E tens de amar a Jeová, teu Deus, de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de toda a tua força vital.” (De 6:4, 5)
    As Escrituras Gregas Cristãs – Novo Testamento – não contradizem este ensino, que tinha sido aceito e era crido pelos servos de Deus durante milhares de anos, mas, antes, o apóiam. (Mr 12:29; Ro 3:29, 30; 1Co 8:6; Ef 4:4-6; 1Ti 2:5) O próprio Jesus Cristo disse: “O Pai é maior do que eu”, e referiu-se ao Pai como seu Deus, “o único Deus verdadeiro”. (Jo 14:28; 17:3; 20:17; Mr 15:34; Re 1:1; 3:12) Em numerosas ocasiões, Jesus expressou sua inferioridade e subordinação ao Pai. (Mt 4:9, 10; 20:23; Lu 22:41, 42; Jo 5:19; 8:42; 13:16) Mesmo após a ascensão de Jesus ao céu, seus apóstolos continuaram a apresentar o mesmo quadro. — 1Co 11:3; 15:20, 24-28; 1Pe 1:3; 1Jo 2:1; 4:9, 10.
    De fato, Paulo explicou algo a respeito do propósito de Deus que torna impossível que Jesus e seu Pai sejam partes iguais de uma Trindade. Ele escreveu: “Deus ‘lhe sujeitou [a Jesus] todas as coisas debaixo dos pés’. Mas, quando diz que ‘todas as coisas foram sujeitas’, é evidente que se excetua aquele que lhe sujeitou todas as coisas. Mas, quando todas as coisas lhe tiverem sido sujeitas, então o próprio Filho também se sujeitará Àquele que lhe sujeitou todas as coisas, para que Deus seja todas as coisas para com todos.” (1 Coríntios 15:27, 28) Assim, Deus ainda estará sobre todos, incluindo Jesus.
    “A fé católica, porém, é esta: que adoremos um só Deus em Trindade e a Trindade na Unidade . . . Assim, o Pai é Deus, o Filho é Deus, o Espírito Santo é Deus; e, no entanto, não são três deuses, mas Deus é um só.”
    Com estas palavras o Credo Atanasiano descreve a doutrina central da cristandade — a Trindade.
    Se você é membro de uma igreja, católica ou protestante, talvez lhe digam que este é o mais importante ensino em que deve crer.
    Mas sabe explicar essa doutrina? Algumas das mentes mais brilhantes na cristandade têm admitido sua incapacidade de entender a Trindade.
    Por que, então, crêem nela? Será porque a Bíblia ensina essa doutrina?
    Em seu livro Honest to God (Honestos para com Deus), que se tornou um best-seller, o falecido bispo anglicano John Robinson deu a esta pergunta uma resposta que faz pensar. Ele escreveu:
    “A prática da pregação e ensino popular apresenta um conceito supranaturalístico de Cristo que não pode ser substanciado à base do Novo Testamento. Diz simplesmente que Jesus era Deus, de tal modo que os termos ‘Cristo’ e ‘Deus’ são intercambiáveis. Mas em parte alguma no uso bíblico isso é assim. O Novo Testamento diz que Jesus era a Palavra de Deus, diz que Deus estava em Cristo, diz que Jesus é o Filho de Deus; mas não diz que Jesus era Deus, simplesmente isso.”
    Portanto, ensina a Bíblia a Trindade? Não. John Robinson estava certo. Não está na Bíblia, tampouco é parte do “pensamento cristão”.
    Considera isso importante para sua adoração? Devia. Jesus disse: “Isto significa vida eterna, que absorvam conhecimento de ti, o único Deus verdadeiro, e daquele que enviaste, Jesus Cristo.” (João 17:3) Se levarmos a sério a nossa adoração a Deus, é vital que o conheçamos como ele realmente é, como ele se revelou a nós. Somente então podemos corretamente dizer que estamos entre os “verdadeiros adoradores” que “[adoram] o Pai com espírito e verdade”. — João 4:23.

    Free WP Plugins 5 Dezembro, 2009 11:25
  • pq Deus é o Espirito Santo:
    João 4:24
    Deus é Espírito, e importa que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade
    2 Coríntios 3:17
    Ora, o Senhor é Espírito; e onde está o Espírito do Senhor, aí há liberdade.
    João 3:6 O
    que é nascido da carne é carne, e o que é nascido do Espírito é espírito.
    João 4:24
    Deus é Espírito, e importa que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade
    ELE reinará ETERNAMENTE:
    2 Pedro
    1:11 Porque assim vos será amplamente concedida a entrada no reino ETERNO de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.
    Lucas
    1:33 E reinará ETERNAMENTE na casa de Jacó, e o seu reino não TERÀ FIM.
    Daniel
    2:44 Mas, nos dias desses reis, o Deus do céu levantará um reino que não será jamais destruído; e este reino não passará a outro povo; esmiuçará e consumirá todos esses reinos, mas ele mesmo subsistirá para sempre,

    Lucí 5 Dezembro, 2009 11:25
  • Na verdade, a relação entre o Pai, o Filho e o Espírito Santo é “paratática”, isto é: as três pessoas divinas são iguais entre si, são “coordenadas”, mas dando-se destaque apenas a uma delas, conforme o texto, a relação torna-se “hipotática”, ou seja “subordinada”. Jesus tomou forma humana e humilhou -se até à morte subordinando-se à vontade do Pai, em São Marcos, por exemplo, no Getsêmane, Jesus diz em oração: “Aba-Pai, todas as coisas te são possíveis, afasta de mim este cálice, todavia seja o que tu queres e não o que eu quero.” (Marcos 14; 36). É mais ou menos como a inteireza humana: O homem é “espírito, alma e corpo” e, portanto todas essas grandezas humanas são coordenadas entre si constituindo um ser, separadas, subordinam-se ao ser em sua plenitude.

    PSE721 5 Dezembro, 2009 11:25
  • Isso que você está fazendo é proselitismo barato. Não que você não tenha direito, mas que é uma pena, é. Você poderia estar dando fruto para o Reino de Deus de outra forma…

    Euclides N 5 Dezembro, 2009 11:25
  • Jesus tem o Pai dentro dele. Ele é Jesus!!! Por isso não precisa ter “outro ” sujeito além do que é mensionado… Por que ele É o Próprio!
    Não é uma excessão…

    obede 5 Dezembro, 2009 11:25
  • Ta na Bíblia! Não tem porque ficar tentando entender a Bíblia, já é tudo confuso mesmo! ^^

    Lyon 5 Dezembro, 2009 11:25
  • se vc me provar que alguém após 4 dias de falecido voltou a viver,eu posso te responder isso!

    Júlio 5 Dezembro, 2009 11:25
  • Deus não peca !

    sergiol 5 Dezembro, 2009 11:25
  • Lemos em Lucas 2.51, que Jesus era sujeito aos seus pais. Pergunta-se: ele era inferior aos seus pais por estar-lhes sujeito? Nem as TJs concordam com isso. Se Jesus fosse uma criatura, como procuram ensinar as TJs, Ele já estaria sujeito, mas não é isso que o texto declara. O texto declara que Ele se sujeitará: “Para que Deus seja tudo em todos” (1Co 15.28). O texto emprega a palavra “Deus”, e não “para que o ‘Pai’ seja tudo em todos”. A palavra Deus é polissêmica, ou seja, empregasse, indistintamente, para o PAI (Efe 1.3; 1Pe 1.3), para o FILHO (Jo 20.28; Rom 9.5; 1Jo 5.20), e para o ESPÍRITO SANTO (Atos 5.3,4). Deus (Pai, Filho e Espírito) estará integrando a personalidade do DEUS TRIÚNO (Gn 1.1,26, 3.22; Is 6.1-3,8); e será “TUDO EM TODOS” (Bíblia de Estudo Apologética).
    ==> Jesus Cristo não é o Pai, mas é SENHOR (YHVH) juntamente com o Pai.
    “Pelo que também Deus o exaltou soberanamente e lhe deu um nome que é sobre todo nome, para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho dos que estão nos céus, e na terra, e debaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus Cristo é o SENHOR, para a glória de Deus Pai.” (Fl 2.9-11 – conf. Ainda: Is 40.3; Jr 23.5,6; 33.16; 1 Co 12.3).
    “Jesus Cristo é o Senhor” (do grego Kurios). A palavra grega “Kurios” pode significar qualquer coisa, desde o tetragrama (YHVH, Iavé, o nome pessoal de Deus, também conhecido no hebraico por Adonay), passando por “Senhor” (no sentido de Deus como soberano do universo), e “Senhor” (no sentido humano de chefe, dono), até mesmo a mero “senhor” (como forma de tratamento cordial). Uma vez que Isaias 45.23, que em seu próprio contexto se refere a YHVH (“Por mim mesmo tenho jurado; saiu da minha boca a palavra da justiça e não tornará atrás: que diante de mim se dobrará todo joelho, e por mim jurará toda língua”), e é citado no v. 10 em referência a Jesus, é certo que este versículo ensina que Jesus Cristo é YHVH, e não apenas “Senhor” em qualquer sentido menor.
    Isso não quer dizer que Jesus é o Pai, nem que Jesus esgota o significado total de YHVH (a última frase do v. 11 – “para a glória de Deus Pai” – nos mostra que não tem nenhum desses dois significados), mas sim que existe uma identidade, unidade ou união íntima entre o Filho e o Pai (Jo 1.1,18; 10.30; Cl 2.9). Jesus ainda fala a respeito dessa identidade íntima em sua oração ao Pai em João 17.
    Isso pode parecer que seja incompatível com o Antigo Testamento, e, portanto incompatível com o Judaísmo. É óbvio que qualquer um que fale do Pai e do Filho de maneira separada, afirme que ambos são YHVH, e permanece fiel ao Shema (“YHVH” é um; Deuteronômio 6.4) está no mínimo, abusando da linguagem para além de seus limites usuais – muito embora não mais que o próprio Deus, quando no sexto dia da criação disse: “Façamos o homem a nossa imagem” (Gn 1.26). Uma vez que o próprio DEUS TRANSCENDE OS LIMITES HUMANOS, não seria de surpreender que a Sua natureza não possa ser expressa em sua totalidade com o uso normal da linguagem. Apesar da Bíblia utilizar uma linguagem que está ao alcance de todos, de modo que não existe nenhum significado oculto que esteja além da compreensão dos seus leitores, o fato de Deus transcender as limitações humanas, significa que Ele também excede o que a linguagem pode transmitir ao Seu respeito. O leitor, portanto, é forçado a escolher entre explorar o que significa “Jesus Cristo é Kurios”, ou rejeitar essa declaração por impor suas próprias limitações a Deus.
    Jesus Cristo é chamado SENHOR (YHVH) ainda no Antigo Testamento: “O SENHOR Justiça Nossa” (Jr 23.5,6; 33.16; conf. Ez 44.2; compare Is 40.3 com Mt 3.3; Jl 2.32 com Rm 10.13 [veja o contexto de Rm 10.13 no v. 9]).
    ==> O PRÓPRIO CRISTO DECLAROU A SI MESMO O NOME DIVINO.
    * “Em verdade, em verdade vos digo que antes que Abraão existisse, EU SOU!” (Jo 8.58 – conf. ainda: 4.26; 8.24-25; 13.19).
    Esta declaração com João 10.30 (“Eu e o Pai somos Um”) são as mais claras auto-declarações de Jesus a respeito da sua divindade. Ficou tão clara para os judeus, ao ponto deles pegarem em pedras para O apedrejar (v.59). Declarar ser Deus e, especificamente, pronunciar o nome de Deus (como Jesus tinha acabado de fazer) merecia pena de morte (Levítico 24.15-16 e no Mishnah-Sanhedrin 7.5, “O blasfemador não é culpado até que ele pronuncie o Nome”).
    Em outras ocasiões em que Jesus se declarou que era o “EU SOU”, a reação dos Seus opositores foram semelhantemente surpreendentes (conf. Jo 8.24-25, 18.4-8; Mc 14.61-64; Lc 22.67-71).
    Esta declaração era uma clara referência a Êxodo 3.14-15, que diz: “E disse Deus a Moisés: EU SOU O QUE SOU. Disse mais: Assim dirás aos filhos de Israel: EU SOU me enviou a vós. E Deus disse mais a Moisés: Assim dirás aos filhos de Israel: O SENHOR Deus de vossos pais, o Deus de Abraão, o Deus de Isaque, e o Deus de Jacó, me enviou a vós”.
    O versículo 2 deixa mais claro ainda, pois Moisés identifica aquela visão no meio da sarça ardendo em fogo como sendo “o Anjo do SENHOR” quem estava nela – uma manifestação teofânica de Cristo no AT –, que logo em seguida é identificado como sendo o próprio SENHOR, que se auto-identifica como “o Deus de Abraão, o Deus de Isaque, e o Deus de Jacó”; e nos revela mais ainda: “Moisés escondeu o rosto, porque temeu olhar para Deus” (vv. 4-6).
    ==> ELE É O “FILHO UNIGÊNITO” DO PAI (João 1.14,18; 3.16).
    * “UNIGÊNITO” no grego: “MONOGENES”. “Mono” significa “único”, e “genes” deriva de “genos” = “raça”, “tipo” (e não de “gennao” = gerar). Está palavra reflete a idéia de natureza, caráter, tipo e não de geração. Isaque, por exemplo, é chamado de unigênito de Abraão, embora sabemos que Abraão gerou também Ismael e outros filhos com Quetura (Gn 16.15; 25.1-4). Portanto, “Unigênito”, na Bíblia significa, o “único da espécie”, “único do tipo”, “da mesma genes” ou, “da mesma substância”, “que é idêntico”. Jesus é singular, o único Filho de Deus que têm a mesma natureza do Pai.
    O próprio título “Filho de Deus” implica que Jesus tem a mesma natureza de Deus, Seu Pai. Um filho tem a mesma natureza, a mesma espécie, a mesma essência de seu pai. É estultícia afirmar que Jesus não é Deus, mas o “Filho de Deus”. O conceito de “filho” no pensamento judaico fala de participação e de igualdade. Jesus como “Filho de Deus” revela sua Deidade, assim como seu título “Filho do homem” revela a sua humanidade.
    Os anjos, coletivamente, são chamados de “filhos de Deus” (Jó 1.6, 2.1. 38.7); mas a nenhum dos anjos Deus disse: “Você é meu filho”, como fez a Jesus por ocasião de Sua encarnação (Sl 2.7; Atos 13.33; Hb 1.5), e do seu batismo (Mc 1.11, Lucas 3.22).
    Quanto a nós, nos tornamos filhos de Deus por ADOÇÃO em Jesus Cristo (Rm 8.15; Gl 4.5; Ef 1.5). Não se trata de uma questão de substância ou essência. Jesus não é meramente um filho de Deus, mas o Filho de Deus num sentido único.
    ==> ELE É “UM” COM O PAI.
    * “Eu e o Pai somos Um” (João 10.30). O mesmo “UM” que está no Shema: “Ouve Israel, o SENHOR nosso Deus é o único SENHOR” (Dt 6.4) – uma UNIDADE COMPOSTA, e não absoluta.
    Com esta declaração, Jesus escandalizou aos judeus, ao ponto que eles mais uma vez pegaram em pedras para O apedrejar, porque esta declaração implicava em estar fazendo-se Deus a si mesmo (vv. 32,33).
    Por isso Jesus podia dizer: “Quem me vê a mim vê o Pai… Eu estou no Pai, e que o Pai está em mim… As palavras que eu vos digo, não as digo de mim mesmo, mas o Pai que está em mim, é quem faz as obras” (João 14.9,10; conf. ainda: 10.37; 12.45; 14.11; 17.21-23).
    ==> ELE É PERDOADOR DE PECADOS – ALGO QUE SÓ CABE A DEUS.
    * Jesus disse a um paralítico: “Filho, perdoados estão os seus pecados” (Mc 2.5-12). Os judeus protestaram está afirmação de Jesus: “Porque diz este assim blasfêmias? Quem pode perdoar pecados, senão Deus?” (v. 7).
    Esses judeus incrédulos se mostraram ser teólogos muito mais esclarecidos do que os da era moderna, que procuram mudar ligeiramente o significado dessa afirmação. O único que tem o direito de perdoar todos os pecados é aquele que recebe a ofensa por todos eles, Deus.
    ==> JESUS CRISTO É O ÚNICO EXPOSITOR DO PAI AOS HOMENS.
    * “Deus nunca foi visto por alguém, o Filho Unigênito que está no seio do Pai, este o fez conhecer” (Jo 1.18 – conf. ainda: Mt 11.27; Jo 12.44-45; Cl 1.15; Hb 1.3; 1Tm 6.14-16).
    Uma vez que Deus, em Sua essência, é Espírito (Jo 4.24), homem algum jamais O viu em Sua essência, Seu ser-Espírito. Contudo muitos que viram o Anjo do SENHOR viram a Deus (v.14). Além disso, Moisés viu a Deus “pelas costas” (Êx 33.19-23), Isaias também viu “ao SENHOR assentado sobre um alto e sublime trono” (Is 6.1), e os 70 anciãos de Israel “viram a Deus e comeram e beberam” (Êx 24.9-11).
    O Antigo Testamento ainda relata muitos exemplos da aparição de Deus como homem – o Anjo do SENHOR: a Agar (Gênesis 16.7-14); a Abraão (Gênesis 18); a Jacó (Gênesis 32.24-30); a Moisés (Êxodo 3); a Josué (Josué 5.13-15); ao povo de Israel (Juízes 2.1-5); a Gideão (Juízes 6.11-24); a Manoá e sua esposa, pais de Sansão (Juízes 13.2-23). Nessas passagens os termos “SENHOR” e “O Anjo do SENHOR” é descrito como um homem. Portanto, João 1.18 deve levar a entender que a suprema glória e natureza de Deus estão ocultadas da humanidade pecadora. Como Êxodo 33.20 coloca, Deus disse: “Não poderás ver a minha face, porquanto homem nenhum verá a minha face e viverá”.
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    Magopaz 5 Dezembro, 2009 11:25

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