As Palavras do Senhor

Você Acredita Que Jesus Cristo é Realmente Como A Bíblia Descreve ?

Em 1945 um camponês egípcio descobriu quase que 50 escrituras cristãs desconhecidas que estavam enterradas desde o ano 400 D.C que contém uma prova de sua existência naquela época, e pelo que revela nos textos, não ha jesus como um pastor, como a bíblia descreve, e, ele pregava o auto-conhecimento interno, ou seja era mais filosófico que religioso e tinha uma visão do mundo voltado ao esoterismo.

COMENTÁRIOS FACEBOOK

Comments to Você Acredita Que Jesus Cristo é Realmente Como A Bíblia Descreve ?

  • Acredito sim . “Porque eu testifico a todo aquele que ouvir as palavras da profecia deste livro que, se alguém lhes acrescentar alguma coisa, Deus fará vir sobre ele as pragas que estão escritas neste livro;” (Apocalipse 22 : 18),

    J Augustu 7 Junho, 2009 5:27
  • Querido,
    para entender melhor é necessário entender a história.
    Vc sabe o que foi o Canon? Canon é o titulo dado aos escritos religiosos que satisfazem os padroes exatos exigidos para serem incluidos no antigo testamento. O trabalho de canonizar o antigo testamento foi feito durante os dias de Neemias, Ageu, Zacarias e Malaquias. Depois do cativeiro de Israel na Babilonia, formou-se um concílio de 120 homens, presidido por Esdras, com o propósito de reconstruir a adoração e a vida religiosa do povo, depois que eles retornaram da Babilonia.
    A questao era: o livro era divinamente inspirado por Deus? É genuino e pode referir-se ao tempo e ao lugar, como também o escritor?
    Sendo assim os livros apócrifos sao os 14 livros que estao incluidos na biblia catolica romana, porem nem foram citados por Jesus e nem foi aprovado no Canon, pois não provaram ser de inspiração divina.
    E o novo testamento?
    Para os livros do novo testamento entrar no canon, serem considerados como verdadeiros, era necessário a autorização, a concordância com os apóstolos de Jesus, que andaram com Jesus.
    Sendo assim a biblia fechou o canon com 66 livros.
    E pq posso acreditar em Jesus?
    pq a bíblia diz e pq o assunto principal da bíblia, desde o antigo e o novo testamento é Jesus Cristo.
    Porém a Biblia nao descreve a aparencia de Jesus, mas diz que ele é um homem de dores. ou seja, tomou sobre si a nossa culpa.
    Sendo assim não existe imagem de Jesus na biblia, mas diz de sua existencia e de que ele é o nosso senhor e salvador.

    Sou de Jesus! 7 Junho, 2009 5:27
  • Depende de qual bíblia vc está se baseando…http://www.4shared.com/file/77244901/d16
    A verdade liberta!

    Sr. Locke 7 Junho, 2009 5:27
  • Sim acredito, em um Jesus Cristo como a bíblia fala.
    Eu escutei algo sobre uns nômades terem encontrado sim uns papiros, mas não escutei e nem achei nenhuma matéria sobre o que estava escrito nos papiros.

    alexgual 7 Junho, 2009 5:27
  • nem seu nome era Jesus, sabia era Iosha, mudaram até o nome….

    eduardo elói 7 Junho, 2009 5:27
  • SIM ACREDITO DEMAIS DA CONTA.

    Donaldo Plinio S 7 Junho, 2009 5:27
  • nem nesse cristo eu acredito

    pitoca67 7 Junho, 2009 5:27
  • Não. Jesus nunca foi pastor. No máximo carpinteiro e depois Rabino Saduceu (uma das vertentes do judaísmo da época).
    Acredito que a filosofia foi acrescentada ao cristianismo pela influência direta de Paulo de Tarso que tinha uma formação helenística (grega).
    Não acredito em um Jesus místico ao contrario em toda sua obra ele revela a humildade e simplicidade

    Marcos S 7 Junho, 2009 5:27
  • “Mas quando vier o Filho
    do Homem…”
    A tradição da palavra falada é um problema difícil, especialmente quando valores espirituais são transmitidos através das mesmas. É tão fácil formarem-se lacunas nas lembranças e os homens tenderem demasiadamente a preencher essas lacunas com pensamentos, que coadunam com o seu modo de pensar e com as suas próprias concepções que, às vezes, perde-se completamente o sentido original do que foi dito.
    Infelizmente, as palavras originais de Jesus, no Novo Testamento, não apresentam uma exceção, tendo em vista que foram colecionadas com base em transmissões orais ou apontamentos escritos, e redigidas somente decênios após a Sua morte terrena, tendo o autor ainda acrescentado suas próprias opiniões.
    Os discursos de Jesus não tratavam de explicações terrenas, ligadas ao intelecto, mas de esclarecimentos e ensinamentos espirituais, abrangendo todo o saber da Criação e que, desde o início, foram mal interpretadas por seus ouvintes e passadas assim para diante. O próprio Jesus já dizia que não era compreendido por Seus seguidores nem mesmo, em muitas coisas, por Seus discípulos.
    Com a transmissão dessas incompreensões,fni inevitável uma mudança naquilo que Jesus realmente falou.
    Cada um sabe que não é capaz de retransmitir fielmente aquilo que ouviu, mesmo tendo passado pouco tempo, e que, se várias pessoas ouvirem o mesmo, cada uma dará uma descrição diferente. Isso já foi assim nos milênios passados nem mesmo a inspiração dos discípulos e dos autores dos Evangelhos pôde evitá-lo, mesmo tendo eles as melhores intenções.
    Que esse problema de transmissão também envolve círculos teológicos e não apenas atualmente, demonstram as realizações do professor de teologia D. Johannes Weiss no seu tratado: “Os três Evangelhos mais Antigos” (1907). Ele presume que o Evangelho de Marcos foi escrito 40 anos após a vida terrena de Jesus e prossegue:
    “Todavia o tempo de 40 anos é suficientemente longo para justificar as dúvidas inquietantes e se existiria realmente uma lembrança confiável dos acontecimentos, e principalmente dos discursos do Senhor, ou se insensatez, intenção, distorção fantasiosa ou ficção já haviam conseguido a sua obra transformadora e destruidora, antes que os evangelistas se empenhassem em proteger o tesouro da decomposição e destruição. Não adianta fechar os olhos diante da dúvida, nem mesmo as afirmações ingênuas que não fora assim, ou a crença piedosa de que Deus não permitiria um dano como esse no conhecimento tão necessário trazido por Jesus, mas apenas a análise histórica profunda e crítica.”
    Em outro trecho tratado por D. Johannes Weis, após ter dado exemplos extraídos dos Evangelhos da transformação e modificação das pregações de Jesus, externa o seguinte:
    “Diante desses casos de mal-entendidos e novas formações, nos advém um pesar doloroso de que não obtivemos as palavras de Jesus escritas por Seu próprio punho, como foi o caso de Paulo e muitas outras personalidades que se tornaram nossos guias ao encontro de Deus. E nós devemos perguntar seriamente: Muitos raios de Sua Luz não se teriam perdido no espaço, porque o espelho que deveria refleti-los fora pequeno demais e turvo? Devemos presumir que muitas facetas de seu caráter certamente ficaram desconhecidas, por não haver observador que as pudesse entender. Muitas palavras foram perdidas por não encontrarem eco nas almas daqueles homens. A seleção que nos foi preservada foi
    influenciada por seu horizonte restrito e muitas palavras certamente foram no original de um sentido mais elevado e profundo do que lemos hoje.”
    Portanto se justifica a pergunta em alguns trechos do Novo Testamento: Como teriam sido realmente as palavras de Jesus? E devemos nos precaver em afirmar que esses textos duvidosos foram pronunciados por Jesus! Sobre muitas coisas Jesus não falou assim, como são interpretadas e ensinadas através do apoio de falsas tradições. Eis um exemplo de Lucas (14,26) “Se alguém viera mim e não odiar seu pai, sua mãe, mulher, filhos, irmãos, irmãs e ainda a sua própria vida, este não poderá ser o Meu discípulo.”
    Jesus, sendo o “Amor Divino”, jamais vincularia o encargo de discípulo ao fato de ter que “odiar” os familiares. Seria um convite para o pecado. Isso demonstra de imediato o absurdo dessas palavras tradicionais que Jesus teria pronunciado. Ele deve ter exigido que evitassem laços pessoais muito estreitos e que não colocassem o próprio ego em primeiro plano, a fim de que seus discípulos pudessem se dedicar à sua elevada missão sem impedimentos e empecilhos.
    Também é errônea a tradição sobre o Filho do Homem com a qual queremos nos ocupar de forma mais pormenorizada. No final da Sua atuação na Terra, Jesus revelou aos Seus discípulos a promessa da vinda do Filho do Homem. Não considerava o Filho do Homem como sendo Ele próprio, mas uma outra pessoa. Contudo os discípulos não O compreenderam e acreditavam que Jesus em pessoa seria o Filho do Homem, uma suposição evidente e desculpável para aqu

    Divulgaç 7 Junho, 2009 5:27
Loading...